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Eduardo Giannetti explora a morte e a busca por imortalidade em novo livro

Eduardo Giannetti provoca reflexões sobre a morte e a imortalidade digital em seu novo livro "Imortalidades", lançado recentemente.

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Eduardo Giannetti, economista e ensaísta, lançou seu novo livro chamado “Imortalidades”, onde fala sobre a morte, a imortalidade digital e a relação entre ciência e religião. Ele convida os leitores a refletirem sobre a própria morte, descrevendo momentos como o velório e a cerimônia de cremação. Giannetti, que tem 68 anos, diz que a idade e a perda de pessoas queridas o levaram a pensar mais sobre a finitude. No livro, ele discute a ideia de “imortalidade digital”, que tenta evitar a morte física por meio da tecnologia, e critica a visão religiosa que busca respostas para o que acontece após a morte. Ele menciona Freud, que via a religião como uma ilusão que ajuda a lidar com a morte, e argumenta que a busca pela imortalidade não é apenas uma questão religiosa, mas também uma preocupação secular. Giannetti também reflete sobre a angústia da mortalidade e a busca por significado, citando pensadores e escritores que abordaram o tema da imortalidade. O livro tem 432 páginas e está disponível em formato físico e digital.

Eduardo Giannetti lança seu novo livro, “Imortalidades”, nesta terça-feira, três de junho, às 19h, na Livraria da Travessa do shopping Iguatemi, em São Paulo. A obra explora a morte, a imortalidade digital e a intersecção entre ciência e religião, refletindo sobre a busca por significado diante da finitude.

O autor, conhecido por suas reflexões sobre a condição humana, provoca o leitor a imaginar sua própria morte. Ele questiona como é possível conceber a realidade da ausência total de si. Aos 68 anos, Giannetti admite que a idade traz uma nova perspectiva, especialmente após perder pessoas queridas. Ele menciona que sua infância, marcada por um catolicismo superficial, não o convenceu, mas as questões existenciais continuam a intrigá-lo.

“Imortalidades” é composto por microensaios e abrange 432 páginas. O autor discute a “imortalização digital”, que busca superar a morte biológica por meio de tecnologias como inteligência artificial e medicina regenerativa. Giannetti também critica a solução religiosa para o enigma da vida após a morte, citando Freud, que via a religião como uma ilusão que ameniza a inevitabilidade da morte.

O livro também aborda a idealização de uma justiça póstuma e a desilusão ateia, ressaltando que a morte de Deus não elimina o mistério da existência. Giannetti utiliza referências literárias, como Machado de Assis e Jorge Luis Borges, para enriquecer suas reflexões. O preço do livro é de R$ 89,90, com versão digital disponível por R$ 44,90.

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