Cristina Iglesias, uma escultora espanhola famosa, agora é representada pela Hauser & Wirth, após mais de 20 anos na Marian Goodman Gallery. A nova galeria vai apresentar uma obra dela chamada “Entwined VI” na Art Basel e fará uma exposição em Londres em outubro. O Museu Nacional do Brasil reabriu três galerias após um incêndio que destruiu grande parte de sua coleção. O Bendegó, um meteorito encontrado em 1784, será exibido em uma das novas salas. No Museu de Arte de Tel Aviv, trabalhadores estão protestando diariamente desde abril, pedindo o fim da guerra em Gaza.
Cristina Iglesias, renomada escultora espanhola, deixou a Marian Goodman Gallery após mais de duas décadas e agora é representada pela Hauser & Wirth. A nova parceria inclui a apresentação de sua obra Entwined VI na Art Basel e uma exposição em Londres programada para outubro.
Iglesias é conhecida por suas instalações específicas de local, que transformam os ambientes em que são inseridas. Suas obras incluem pavilhões suspensos e labirintos de bronze e aço. A artista declarou que se interessa pela metáfora do crescimento e da metamorfose, refletindo sobre como os seres vivos interagem com seus ambientes.
A saída de Iglesias da Marian Goodman Gallery segue uma tendência, já que outros artistas de destaque, como William Kentridge, também se mudaram para a Hauser & Wirth nos últimos anos.
Reabertura do Museu Nacional do Brasil
O Museu Nacional do Brasil, em Rio de Janeiro, reabrirá três galerias após um incêndio devastador que ocorreu há sete anos. O incêndio destruiu cerca de noventa por cento da coleção do museu e causou danos significativos ao edifício. A reabertura visa mostrar ao público os esforços de reconstrução e as exposições planejadas para 2028, quando o museu deverá estar totalmente aberto.
Entre os itens que sobreviveram ao incêndio está o meteorito Bendegó, encontrado em 1784 na Bahia. Este artefato será exibido em uma das novas salas, que também apresentará decorações de parede recentemente descobertas.
Protestos no Museu de Arte de Tel Aviv
Trabalhadores do Museu de Arte de Tel Aviv têm realizado protestos diários desde abril, em frente à entrada do museu. Os manifestantes expressam uma variedade de posições sobre o fim da guerra em Gaza, refletindo um clima de crescente insatisfação em Israel. A curadora de arte israelense, Dalit Matatyahu, afirmou: “Estamos aqui porque a dor se tornou insuportável.”
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