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A música passa por transformações a cada década e redefine juventude e velhice

A música enfrenta uma nova era em 2025, onde ouvintes moldam o futuro, desafiando a indústria e redefinindo a imortalização artística.

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Desde 1965, a música tem mudado muito a cada dez anos, com novas tecnologias e formatos que alteram a indústria e a forma como artistas e ouvintes se relacionam. Em 2025, a situação é incerta, com a possibilidade de uma nova era onde os ouvintes têm mais controle sobre a música, ao invés de depender dos vendedores. A música passou por várias fases, começando com a popularização da TV nos anos 60, que trouxe novos artistas e deixou os mais velhos de lado. Nos anos 70, o surgimento das rádios FM trouxe um som melhor e novos artistas, enquanto os antigos foram esquecidos. Na década de 80, os CDs se tornaram populares, transformando a música em um grande negócio, e muitos artistas mais experimentais foram deixados de lado. Nos anos 90, a pirataria começou a afetar a indústria, e a ideia de ouvir música de graça começou a se espalhar. Em 2015, o Spotify chegou ao Brasil, mudando a forma como as pessoas consomem música, onde a relevância dos artistas passou a depender de sua presença nas redes sociais. Agora, em 2025, não há uma nova tendência clara, mas há uma sensação de que a música pode estar entrando em uma era de confluências, onde os ouvintes têm mais poder para decidir o que ouvir e quando, com um retorno de formatos antigos como CDs e LPs, além do streaming se expandindo.

Desde mil novecentos e sessenta e cinco, a música tem passado por transformações a cada década, moldadas por novas tecnologias e formatos. Em dois mil e vinte e cinco, a expectativa é de uma nova ordem musical, onde o poder de escolha e a imortalização da música estão nas mãos dos ouvintes.

Um teste de sobrevivência na música ocorre a cada dez anos. Aqueles que conseguem se adaptar garantem sua relevância, enquanto os que não conseguem enfrentam o esquecimento. Em mil novecentos e sessenta e cinco, surgiram os primeiros programas musicais na televisão, destacando a geração dos artistas-rosto. Artistas como Angela Maria, de trinta e seis anos, foram rapidamente considerados parte da “velha guarda”.

Na década de setenta, o surgimento das emissoras FM trouxe um som mais definido, criando uma nova juventude musical. Artistas que não se adaptaram ao novo formato, como Márcio José, de trinta e três anos, foram relegados ao passado. Em mil novecentos e oitenta e cinco, a era dos CDs consolidou a música como um negócio, priorizando artistas-lucro e relegando os experimentais a um segundo plano.

Mudanças Tecnológicas

A década de noventa trouxe o MP3 e o início da pirataria de CDs, desafiando o modelo de negócios da música. Em dois mil e quinze, o Spotify chegou ao Brasil, marcando a era do streaming. A relevância dos artistas passou a ser definida pela sua presença nas redes sociais e pela capacidade de se manterem visíveis em um ambiente digital.

Em dois mil e vinte e cinco, não há uma nova tendência clara no horizonte. Especialistas falam sobre o cansaço das redes sociais e a urgência por novos modelos. A volta dos CDs e o revival dos LPs indicam uma possível era de confluências, onde o poder de escolha do ouvinte se torna central. A imortalização da música e o descarte de artistas estão cada vez mais nas mãos dos ouvintes, que escolhem não apenas quem ouvir, mas também o tempo em que desejam reviver cada artista.

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