Martina, uma avó de 75 anos com sinais de Alzheimer, decide ir ao Rio de Janeiro em busca de seu neto desaparecido durante a ditadura militar. Apesar das dificuldades e dos avisos sobre os perigos da cidade, ela se mostra determinada e cheia de esperança após receber uma ligação que sugere que seu neto pode estar lá. Ao chegar, Martina se hospeda em um hotel e conta com a ajuda de uma funcionária para explorar comunidades carentes. Durante sua busca, ela encontra uma mulher que diz ser a mãe do rapaz, levando a um confronto intenso. O filme “A procura de Martina”, dirigido por Marcia Faria, destaca a força da atriz Mercedes Morán no papel principal e aborda temas de memória e justiça, conectando passado e presente de forma impactante.
A avó Martina, de 75 anos, embarca em uma jornada ao Rio de Janeiro em busca de seu neto desaparecido durante a ditadura militar. Apesar de apresentar sinais de Alzheimer, sua determinação é inabalável. A história é retratada no filme “A procura de Martina”, uma coprodução Brasil-Uruguai.
Martina nunca conheceu seu neto, mas nunca desistiu de encontrá-lo. Um telefonema inesperado revela que ele pode estar no Rio de Janeiro, o que a leva a ignorar os avisos sobre os perigos da cidade. Em sua busca, ela se hospeda em um hotel e conta com a ajuda de uma funcionária, interpretada por Luciana Paes.
A trama se desenrola com Martina explorando comunidades carentes e confrontando a mulher que afirma ser a mãe de seu neto, interpretada por Carla Ribas. O filme, dirigido por Marcia Faria, destaca a força da atriz Mercedes Morán no papel principal, trazendo uma narrativa intensa e visualmente impactante.
“A procura de Martina” se junta a uma lista de filmes que abordam a busca por desaparecidos na América Latina, como “A história oficial” e “Argentina, 1985”. A obra se destaca pela habilidade de Marcia Faria em entrelaçar passado e presente, refletindo sobre memória e justiça. A fotografia de Léo Bittencourt complementa a narrativa, criando uma experiência visual marcante.
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