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MC Poze do Rodo lança clipe impactante após ser solto da prisão em cinco dias

MC Poze do Rodo lança "Desabafo 2" após cinco dias preso, abordando a perseguição policial e a criminalização do funk.

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MC Poze do Rodo, rapper brasileiro, foi preso por cinco dias acusado de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico de drogas, especialmente com a facção Comando Vermelho. Após ser solto, ele lançou a música “Desabafo 2”, que rapidamente alcançou mais de 1 milhão de visualizações. O videoclipe mostra cenas de sua prisão e soltura, além de declarações sobre a perseguição que enfrenta. No vídeo, Poze fala sobre sua luta e critica a forma como a polícia o trata, destacando que a cor da pele e a origem influenciam a percepção das autoridades. Ele é investigado por supostamente usar seus shows para beneficiar o tráfico de drogas. A prisão dele gerou debates sobre a criminalização do funk e a forma como a arte é vista pela sociedade.

O rapper MC Poze do Rodo foi solto na terça-feira, após cinco dias de prisão, e lançou a música “Desabafo 2” na quarta-feira. O videoclipe, que já acumula mais de 1 milhão de visualizações em poucas horas, inclui imagens de sua prisão e declarações sobre a perseguição que enfrenta.

O artista, cujo nome verdadeiro é Marlon Brendon Coelho Couto, foi detido sob acusações de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico de drogas, especificamente com a facção Comando Vermelho. A prisão ocorreu na quinta-feira, dia 29 de maio, em sua residência no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um habeas corpus garantiu sua soltura com medidas cautelares.

O videoclipe de “Desabafo 2” começa com imagens de sua prisão e destaca a luta dos artistas da favela. “A cor da pele e o local de origem ainda definem como a polícia enxerga quem só quer viver do próprio talento”, afirma o vídeo. Poze, ao deixar o presídio Bangu 3, foi recebido por sua esposa, Vivi Noronha, e uma multidão de fãs. Ele declarou à imprensa: “Eu fui atrás e corri para construir meu castelo. Não é com dinheiro de nada de errado não, é da minha luta”.

A investigação contra Poze inclui alegações de que seus shows são utilizados pela facção criminosa para aumentar lucros com a venda de entorpecentes. A polícia afirma que o repertório do artista faz apologia ao tráfico e incita confrontos armados. O clipe termina com a mensagem “MC não é bandido”, refletindo a defesa de seus fãs e familiares.

A prisão de Poze reacendeu o debate sobre a criminalização do funk, um gênero musical frequentemente associado à cultura das favelas. A repercussão de sua detenção gerou apoio e críticas, com figuras públicas e fãs se manifestando sobre a situação do artista.

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