Cecilia Vicuña, artista chilena de 78 anos, tem ganhado destaque internacional após anos de invisibilidade. Recentemente, ela foi premiada com o Eric e Wendy Schmidt de Meio Ambiente e Arte e uma medalha dos Prêmios Art Basel, reconhecendo seu compromisso com a arte e a crise climática. Vicuña, que viveu em Londres e Bogotá antes […]
Cecilia Vicuña, artista chilena de 78 anos, tem ganhado destaque internacional após anos de invisibilidade. Recentemente, ela foi premiada com o Eric e Wendy Schmidt de Meio Ambiente e Arte e uma medalha dos Prêmios Art Basel, reconhecendo seu compromisso com a arte e a crise climática.
Vicuña, que viveu em Londres e Bogotá antes de se estabelecer em Nova York, começou sua carreira artística criando palabrarmas e esculturas com objetos encontrados. Sua obra, que inclui quipus, reflete uma profunda conexão com a natureza e a arte indígena. Em 2017, sua trajetória ganhou nova visibilidade, culminando em uma retrospectiva no Guggenheim e no Tate Modern.
A artista também foi reconhecida na lista Power 100 da ArtReview, que destaca as cem pessoas mais influentes do mundo da arte. Atualmente, suas obras estão expostas em várias instituições, incluindo a Biblioteca Pública Central de Brooklyn e o Museu Pérez em Miami. Vicuña expressa um desejo de retornar ao Chile, mas reconhece a incerteza dessa possibilidade.
Ela reflete sobre sua jornada, afirmando que a arte não está ligada ao reconhecimento, mas a um chamado interior. Vicuña destaca a importância de viver sem medo, enfatizando que a verdadeira percepção é um estado de alegria e criação. O reconhecimento tardio de sua obra, especialmente em um ambiente artístico que valoriza a diversidade, é visto como uma bênção.
Recentemente, a artista recebeu uma medalha dos Prêmios Art Basel, que premia a colaboração no ecossistema artístico. Vicuña considera esse prêmio um reconhecimento do espírito coletivo que permeia sua trajetória.
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