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Soledad Sevilla ingressa na Academia de Belas Artes com discurso sobre beleza e arte

Soledad Sevilla ingressa na Real Academia de Bellas Artes com discurso sobre a beleza como experiência transformadora.

Soledad Sevilla ingressou oficialmente na Real Academia de Bellas Artes de San Fernando nesta tarde, 8 de junho, com o discurso intitulado “Pintar é experimentar a beleza”. A artista, eleita acadêmica de número em junho do ano passado, foi apoiada por figuras como Tomás Marco e Blanca Muñoz. Durante sua fala, Sevilla refletiu sobre sua […]

Soledad Sevilla ingressou oficialmente na Real Academia de Bellas Artes de San Fernando nesta tarde, 8 de junho, com o discurso intitulado “Pintar é experimentar a beleza”. A artista, eleita acadêmica de número em junho do ano passado, foi apoiada por figuras como Tomás Marco e Blanca Muñoz.

Durante sua fala, Sevilla refletiu sobre sua trajetória artística e a relevância da beleza como uma experiência transformadora. O arquiteto Rafael Moneo, que fez a saudação acadêmica, elogiou a madurez e coerência da artista ao longo dos anos, destacando a continuidade e qualidade de seu trabalho.

Sevilla expressou gratidão a todos que contribuíram para sua formação, desde sua mãe até mestres como Eusebio Sempere e Elena Asins. Ela mencionou sua formação nas escolas de Belas Artes de San Carlos e de San Jordi, além de sua experiência no Centro de Cálculo da Universidade Complutense, onde desenvolveu uma abordagem artística que prioriza o sensorial e o íntimo.

Reflexões sobre a Arte

A artista também compartilhou suas experiências nos Estados Unidos e os desafios de equilibrar sua carreira com a vida doméstica. “O arte não é um objeto, é sobre tudo uma experiência,” afirmou, ressaltando a importância de olhar para o passado para abrir novas possibilidades criativas.

Sevilla defendeu a relevância da beleza em um mundo cada vez mais materialista e digitalizado, considerando-a um refúgio para a contemplação e a profundidade emocional. “A pintura é parte de mim, minha companheira de viagem,” concluiu a nova acadêmica, reafirmando seu compromisso com a arte como ferramenta de conhecimento e emoção.

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