As bonecas reborn, que imitam bebês de forma muito realista, estão fazendo sucesso no Brasil desde os anos 1990 e agora são tema de uma reportagem do *The New York Times*. A matéria fala sobre a preocupação de políticos que querem proibir essas bonecas em lugares públicos. Um deputado do Amazonas, por exemplo, levou uma boneca ao legislativo, afirmando que algumas mulheres estariam tentando obter benefícios sociais por causa delas. Mais de 30 projetos de lei foram apresentados em várias cidades com o mesmo objetivo. Nas redes sociais, as bonecas geram reações intensas, com criadores de conteúdo mostrando situações do dia a dia com elas, como visitas ao hospital. Uma jovem viralizou no TikTok ao simular uma emergência médica com sua boneca. Além das tentativas de proibição, algumas prefeituras, como a de Curitiba, fazem postagens irônicas sobre o assunto. O mercado internacional de reborns também está crescendo, com bonecas sendo vendidas por até 4 mil dólares. O interesse por essas bonecas continua a aumentar no Brasil, levantando discussões sobre saúde mental e entretenimento.
A febre das bonecas reborn no Brasil, que começou a ganhar popularidade nos anos 1990, agora é destaque em uma reportagem do *The New York Times*. A matéria, intitulada “Bonecas extremamente realistas causam frenesi no Brasil”, explora o fascínio e a controvérsia que cercam essas réplicas hiper-realistas de bebês.
Políticos brasileiros têm reagido com preocupação, tentando aprovar leis que proíbem a presença das bonecas em espaços públicos. A reportagem menciona que, no estado do Amazonas, o deputado João Luiz levou uma boneca ao legislativo, alegando que mulheres estariam buscando benefícios públicos por causa delas. Até o momento, foram apresentados mais de 30 projetos de lei em diversas câmaras e assembleias com o mesmo objetivo.
As bonecas reborn têm gerado reações extremas nas redes sociais. Criadoras de conteúdo simulam situações cotidianas com os “bebês”, como visitas ao hospital e celebrações de aniversário. Um vídeo viralizou no TikTok, mostrando uma jovem preparando sua boneca para uma emergência médica, revelando a natureza encenada da situação.
Reações e Iniciativas
Além das tentativas de proibição, algumas prefeituras adotaram iniciativas irônicas. A Prefeitura de Curitiba, por exemplo, publicou um alerta em suas redes sociais, afirmando que “reborns são fofos, mas não garantem lugar no [banco] amarelinho, tá bom?”. Essa abordagem provocativa reflete o crescimento do mercado internacional de reborns, com bonecas sendo vendidas por até 4 mil dólares em sites especializados.
O fenômeno das bonecas reborn, que já existe há mais de duas décadas, agora se intensifica no Brasil, onde o interesse por essas réplicas continua a crescer, trazendo à tona debates sobre saúde mental e a natureza do entretenimento.
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