Mateus Aleluia, um artista baiano e ex-integrante de Os Tincoãs, lançou seu quinto álbum solo, chamado “Mateus Aleluia”. Este álbum fala sobre o amor em suas várias formas e tem uma sonoridade rica, usando instrumentos pouco comuns, que mostram sua ligação com a natureza. Os primeiros versos do álbum dizem que o amor é uma força que não se controla. Aleluia, que tem quase 82 anos e é de Cachoeira, começou sua carreira solo em 2009. O novo trabalho tem 12 músicas, algumas com mais de dez minutos, e foi produzido com apoio do projeto Rumos Itaú Cultural. A música inclui instrumentos como trompa, fagote, oboé e harpa, além do violão. Aleluia também fala sobre como sua experiência em Angola influenciou sua arte. Ele considera Cachoeira seu lar e acredita que suas vivências em Luanda e Cachoeira fazem parte de quem ele é. O álbum é uma celebração de sua vida e convida os ouvintes a refletirem sobre amor e emoções.
Mateus Aleluia, artista baiano e ex-integrante de Os Tincoãs, lança seu quinto álbum solo, intitulado “Mateus Aleluia”. O novo trabalho explora o amor em suas diversas formas, apresentando uma sonoridade rica e inovadora, com instrumentos pouco usuais, refletindo sua conexão com a natureza.
Os primeiros versos do álbum afirmam: “No amor não mando/ Me manda o amor”. Para Aleluia, as canções abordam o amor não apenas como um sentimento romântico, mas como uma força fundamental da existência. Ele destaca que até o ódio é uma face do amor, assim como o riso e o choro. Com quase 82 anos, o artista, natural de Cachoeira, no Recôncavo baiano, iniciou sua carreira solo em 2009, após uma trajetória marcante com Os Tincoãs, grupo essencial na música afro-brasileira.
O novo álbum, que leva seu nome, é o primeiro a ter essa característica. Mateus Aleluia reúne 12 canções compostas pelo artista, com faixas que podem ultrapassar dez minutos. A produção foi viabilizada pelo projeto Rumos Itaú Cultural e conta com a direção musical de Tadeu Mascarenhas. A produtora Tenille Bezerra ressalta que o álbum reflete o desejo de Aleluia em relação ao repertório.
Sonoridade e Influências
A sonoridade do álbum é rica, incorporando instrumentos como trompa, fagote, oboé e harpa, além do violão, que permanece central na obra. Aleluia enfatiza que a música é uma forma de comunicação profunda, permitindo que as pessoas criem suas próprias narrativas. Ele também menciona a influência de sua vivência em Angola, onde morou por quase duas décadas, e como essa experiência moldou sua arte.
O artista expressa que Cachoeira é seu berço, um lugar que representa seu início e suas raízes. Ele compara suas experiências em Luanda e Cachoeira, afirmando que ambas as cidades fazem parte de sua identidade. O novo álbum é uma celebração de sua trajetória e um convite para que os ouvintes mergulhem em suas emoções e reflexões sobre o amor e a vida.
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