O filme “12.12: O Dia”, dirigido por Kim Sung-su, fala sobre o golpe militar na Coreia do Sul em 1979, que aconteceu após o assassinato do ditador Park Chung-hee. A história gira em torno da luta pelo poder entre o general Chun Doo-wang e o Major General Lee Tae-shin, que simboliza a busca por liberdade. Com quase 2h30 de duração, o filme critica a burocracia que ajudou a ditadura a se estabelecer. Chun Doo-wang, interpretado por Hwang Jung-min, é o vilão que quer o poder a qualquer custo, enquanto Lee Tae-shin, vivido por Jung Woo-sung, representa a resistência moral em tempos difíceis. O filme fez muito sucesso nas bilheteiras, arrecadando cinco vezes seu custo e gerando debates sobre a fragilidade da paz e a responsabilidade das instituições, refletindo a insatisfação da população com a história do país. A trama mostra como muitos personagens preferem seguir ordens em vez de agir com coragem. O impacto do filme foi grande nas redes sociais, onde muitos sul-coreanos expressaram sua indignação. “12.12: O Dia” não é apenas um entretenimento, mas também provoca reflexões sobre as capitulações que levaram à ditadura, sendo um marco importante no cinema sul-coreano. Atualmente, o filme está em cartaz nos cinemas brasileiros e foi exibido na 14ª Mostra de Cinema Coreano no Brasil, ampliando seu alcance e promovendo discussões sobre a história e a política da Coreia do Sul.
12.12: O Dia, filme de Kim Sung-su, retrata o golpe militar na Coreia do Sul em 1979, após o assassinato do ditador Park Chung-hee. A trama foca na disputa entre o general Chun Doo-wang e o Major General Lee Tae-shin, simbolizando a luta pela liberdade.
O longa, com quase 2h30 de duração, se destaca por sua crítica à burocracia que permitiu a ascensão da ditadura. Chun Doo-wang, interpretado por Hwang Jung-min, é o vilão que busca o poder a qualquer custo, enquanto Lee Tae-shin, vivido por Jung Woo-sung, representa a resistência e a moralidade em meio ao caos.
12.12 se tornou um fenômeno de bilheteira na Coreia do Sul, arrecadando cinco vezes seu orçamento. O filme gerou discussões sobre a fragilidade da paz e a responsabilidade das instituições, refletindo a frustração da população com a história recente do país.
Os eventos do filme são marcados por uma luta de influências, onde lealdades são testadas e decisões são tomadas com base em interesses pessoais. A narrativa destaca a passividade de muitos personagens, que optam por seguir ordens convenientes, em vez de agir com coragem.
O impacto do filme foi sentido nas redes sociais, onde muitos sul-coreanos expressaram sua indignação e angústia em relação aos eventos retratados. 12.12 não apenas entretém, mas também provoca uma reflexão necessária sobre as capitulações que levaram à ditadura, tornando-se um importante marco no cinema sul-coreano.
Atualmente, 12.12: O Dia está em cartaz nos cinemas brasileiros e foi exibido na 14ª Mostra de Cinema Coreano no Brasil, ampliando seu alcance e promovendo discussões sobre a história e a política da Coreia do Sul.
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