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As melhores obras da Art Basel, de baratas realistas a cone de sorvete de bronze

Art Basel 2025 apresenta 19 expositores estreantes e obras impactantes, refletindo sobre questões sociais e políticas atuais.

Cena na Art Basel 2025. (Foto: Sara Barth/Courtesy Art Basel)
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Art Basel 2025, uma importante feira de arte na Suíça, atraiu mais de 4.000 artistas de 280 galerias e teve um aumento no número de visitantes e expositores. A feira, que vai até 22 de junho, contou com 19 expositores novos, como a galeria Arcadia Missa de Londres. Uma nova seção chamada Premiere foi criada para mostrar obras feitas nos últimos cinco anos. Entre as obras em destaque, a instalação de Lonnie Holley, que usa mangueiras de incêndio para simbolizar a luta pelos direitos civis nos EUA, e a pintura de Maria Lassnig, que explora a auto-representação. A galeria Templon trouxe 21 artistas, incluindo Omar Ba, que apresentou uma obra sobre as relações de poder entre a África e o resto do mundo. A instalação de Gabrielle Goliath abordou experiências de violência e trauma, destacando a importância da narrativa e da esperança. A feira não só celebra a arte contemporânea, mas também provoca reflexões sobre questões sociais e políticas.

Art Basel 2025, uma das feiras de arte mais prestigiadas do mundo, ocorreu na Suíça, reunindo mais de 4.000 artistas de 280 galerias. A edição deste ano, que se estende até 22 de junho, registrou um aumento no número de visitantes e expositores, com filas longas já na prévia VIP.

Entre as novidades, 19 expositores estreantes marcaram presença, incluindo a galeria Arcadia Missa de Londres e François Ghebaly de Los Angeles. A feira também lançou a seção Premiere, dedicada a obras criadas nos últimos cinco anos. As galerias apresentaram obras impactantes, como a instalação de Lonnie Holley e a pintura de Maria Lassnig.

Destaques da Feira

A galeria Templon, uma das mais renomadas da França, trouxe 21 artistas, incluindo Valerio Adami e Omar Ba. Este último apresentou uma pintura que explora as relações de poder entre a África e o resto do mundo, utilizando materiais diversos como acrílico e canetas BIC.

Maria Lassnig, artista austríaca, teve sua obra Blauer Weicher (Soft Blue One) exposta, levantando questões sobre auto-representação. A pintura, que nunca havia sido exibida antes, é um exemplo de sua pesquisa sobre a consciência corporal.

Novas Perspectivas

A instalação de Lonnie Holley, Without Skin, utiliza mangueiras de incêndio para simbolizar a brutalidade enfrentada por manifestantes dos direitos civis nos EUA. A obra destaca a luta e a resistência, refletindo sobre a história e a identidade.

Gabrielle Goliath apresentou uma instalação que aborda experiências de violência e trauma vividas por indivíduos de diversas identidades. A obra, parte do projeto “Personal Accounts”, enfatiza a importância da narrativa e da esperança em meio à adversidade.

Art Basel 2025 não apenas celebra a arte contemporânea, mas também provoca reflexões sobre temas sociais e políticos, reafirmando seu papel como um espaço vital para o diálogo e a inovação no mundo da arte.

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