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Filme de diretor estreante conquista prêmio em Cannes e inicia carreira internacional

O filme "No silêncio" conquista prêmios em Cannes e se destaca em festivais internacionais, refletindo a complexidade da indústria audiovisual.

Cena do filme ‘No silêncio’, com as atrizes Jéssica Lima e Clarice Alves (Foto: Karen Gadret / Divulgação)
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O filme “No silêncio”, dirigido por Alexandre Britto e filmado na Praia dos Amores, ganhou prêmios em Cannes, incluindo Melhor Cineasta Estreante e Melhor Longa-metragem de Suspense. A obra, que fala sobre problemas na indústria do audiovisual, também foi reconhecida no World Film Festival. Britto, que mora na Barra, ficou feliz com os prêmios e destacou a importância de Cannes para o cinema. O filme agora participa de outros festivais, como o Malter Filmfesztivál na Hungria. A história gira em torno de um diretor sádico e foi filmada em locações como o porão de Britto, o que ajudou a economizar e a fazer ensaios mais profundos. Além de Cannes, “No silêncio” recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo júri popular na Mostra Brasileira Independente de Cinema de Rua e o prêmio de Melhor Longa de Ficção no 9º Portoviejo Festival, no Equador. O filme busca mais reconhecimento nas próximas competições.

Um filme rodado na Praia dos Amores, “No silêncio”, escrito e dirigido por Alexandre Britto, conquistou prêmios em Cannes, incluindo Melhor Cineasta Estreante e Melhor Longa-metragem de Suspense. A produção, que aborda relações problemáticas na indústria do audiovisual, venceu na edição de maio do World Film Festival, que promove o cinema independente.

Alexandre Britto, morador da Barra, expressou sua alegria ao receber os prêmios em um evento tão emblemático. A França é o país do cinema, afirmou, destacando a importância histórica de Cannes. O filme agora compete em outros festivais, como o Malter Filmfesztivál na Hungria, e pode ser exibido na mostra Remember the Future, dependendo de acordos com a organização.

A narrativa de “No silêncio” explora a vida de um diretor sádico, com locações que incluem o próprio porão de Britto e outros pontos da Praia da Barra. Rodar em casa não apenas reduziu custos, mas permitiu ensaios mais intensivos, resultando em longos planos sequência que intensificam a experiência do espectador. Britto comentou sobre a coragem dos festivais em apresentar um filme que reflete seu próprio universo.

Além de Cannes, o longa também foi premiado como Melhor Filme pelo júri popular na Mostra Brasileira Independente de Cinema de Rua, no Rio de Janeiro, e conquistou o prêmio de Melhor Longa de Ficção no 9º Portoviejo Festival, no Equador. A expectativa é alta para as próximas competições, onde “No silêncio” busca novos reconhecimentos.

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