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Curtis Yarvin apresenta proposta de pavilhão ‘Art Hos’ para Bienal de Veneza

Curtis Yarvin propõe pavilhão na Bienal de Veneza com foco em "estupro", buscando empréstimo da pintura "Rape of Europa" de Titian.

Pavilhão dos EUA de Martin Puryear na Bienal de Veneza de 2019. (Foto: Simone Padovani/Awakening/Getty Images)
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Um projeto para um pavilhão de arte dissidente-direita dos Estados Unidos está sendo considerado para a Bienal de Veneza de 2026, com a proposta de Curtis Yarvin. Ele quer pedir emprestada a pintura “Rape of Europa”, de Titian, que está em um museu em Boston. Yarvin, que tem ideias de uma monarquia americana, está trabalhando com o artista Tarik Sadouma para criar o conceito do pavilhão. A principal temática será “estupro”, e eles pretendem incluir vozes feministas na discussão. Se a pintura não puder ser emprestada, Yarvin sugere ideias como contratar um artista para fazer uma cópia e queimá-la ou usar inteligência artificial para criar uma nova obra. A decisão sobre o pavilhão dos EUA será anunciada no verão de 2023, e o prazo para propostas termina em 30 de julho. Normalmente, o pavilhão é para artistas já conhecidos, mas Yarvin quer mudar isso e desafiar as tradições.

Um projeto para um “pavilhão de arte dissidente-direita” dos Estados Unidos está sendo considerado para a Bienal de Veneza de 2026. A proposta, idealizada por Curtis Yarvin, um engenheiro de computação com forte influência na extrema direita, busca a concessão de um empréstimo da pintura “Rape of Europa”, de Titian, atualmente no Isabella Stewart Gardner Museum, em Boston.

Yarvin, que defende a ideia de uma monarquia americana, está colaborando com o artista Tarik Sadouma, de origem egípcia e holandesa, para desenvolver o conceito do pavilhão. A temática central será “estupro”, com a intenção de incluir também vozes feministas no debate. A obra de Titian, que retrata o rapto de Europa por Júpiter disfarçado de touro, é rara em empréstimos.

Caso a pintura não seja disponibilizada, Yarvin sugere alternativas criativas, como a possibilidade de contratar um artista para forjar a obra e queimá-la, ou utilizar inteligência artificial para criar algo inovador. “Idealmente, a peça original estaria presente”, afirmou Yarvin.

A decisão final sobre o pavilhão dos EUA será anunciada no verão de 2023, com o prazo para submissão de propostas se encerrando em 30 de julho. Historicamente, o pavilhão é destinado a artistas já consagrados, mas Yarvin busca romper com essa tradição. Ele comentou sobre a seleção dos projetos, afirmando que a escolha pode ser entre o “normal” e algo mais ousado, desafiando as convenções estabelecidas.

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