Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Teatro negro desafia a branquitude e promove novas narrativas culturais

O espetáculo do Coletivo Negro provoca reflexão sobre a violência policial e a desumanização, ecoando tragédias recentes no Brasil.

Maria Ribeiro (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00

O espetáculo “Pai contra mãe ou você está me ouvindo?”, do Coletivo Negro, está em cartaz no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo. A peça, dirigida por Jé Oliveira, fala sobre a violência policial e a desumanização, lembrando casos como o de George Floyd. A pergunta “Você está me ouvindo?” é repetida durante a apresentação e se conecta a tragédias recentes no Brasil, como os assassinatos de jovens em Costa Barros e Evaldo Rosa, mostrando a crescente violência contra pessoas negras. Em 2015, cinco jovens desarmados foram mortos por policiais em Costa Barros, e em 2019, Evaldo Rosa foi assassinado por militares do Exército enquanto estava com sua família. O espetáculo provoca uma reflexão sobre a desumanização que permite esses atos, transformando a pergunta em um grito de socorro e destacando a urgência de ouvir a dor da comunidade negra. A obra busca despertar a consciência do público sobre a violência, lembrando que são vidas reais perdidas e que a luta contra a desumanização e a violência policial continua.

O espetáculo “Pai contra mãe ou você está me ouvindo?”, do Coletivo Negro, está em cartaz no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo. A montagem, dirigida por Jé Oliveira, aborda a violência policial e a desumanização, evocando casos emblemáticos como o de George Floyd.

A repetição da pergunta “Você está me ouvindo?” ressoa ao longo da apresentação, conectando-se a tragédias recentes no Brasil. O espetáculo destaca assassinatos de jovens, como os de Costa Barros e Evaldo Rosa, evidenciando a crescente violência contra a população negra.

Em 2015, cinco jovens desarmados foram fuzilados por policiais em Costa Barros, no Rio de Janeiro. Quatro anos depois, em 2019, Evaldo Rosa foi assassinado por militares do Exército, enquanto estava em um carro com sua família. Ambos os casos ilustram a brutalidade policial e a indiferença diante do sofrimento humano.

A montagem do Coletivo Negro não apenas relembra esses eventos trágicos, mas também provoca uma reflexão sobre a desumanização que permite tais atos. A pergunta “Você está me ouvindo?” se torna um grito de socorro, ecoando a urgência de se ouvir e reconhecer a dor da comunidade negra.

A obra busca chacoalhar a consciência do público, lembrando que a violência não é apenas uma estatística, mas vidas reais perdidas. A luta contra a desumanização e a violência policial continua, e o espetáculo se apresenta como um importante espaço de resistência e reflexão.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais