O filme “Tubarão”, lançado em 1975 por Steven Spielberg, mudou a forma como as pessoas veem o cinema e os tubarões. Com um orçamento de 7 milhões de dólares, ele se tornou um grande sucesso e criou o conceito de blockbuster. Isso levou a uma série de filmes sobre tubarões. Recentemente, produções como “Sob as águas do Sena” e “Desespero profundo” fizeram sucesso no streaming. O primeiro mostra uma cientista lidando com um tubarão no rio Sena, enquanto o segundo retrata um grupo em perigo após um acidente aéreo em águas cheias de tubarões. O crítico Marcelo Janot elogia a habilidade de Spielberg em criar tensão, mas também menciona que o filme aumentou a caça de tubarões, algo que Spielberg lamenta. Especialistas, como o biólogo marinho Rafael Franco, criticam a imagem negativa dos tubarões no cinema, apontando que muitos ataques estão ligados a problemas ambientais. O comediante Fábio Porchat compartilha sua experiência de nadar com tubarões, destacando o medo que a cultura popular criou em torno deles. O subgênero de filmes de tubarão continua ativo, com novos projetos em andamento, incluindo um filme da Sony com Phoebe Dynevor e produções brasileiras que seguem a linha de “Tubarão”.
O cinema foi transformado com o lançamento de Tubarão, de Steven Spielberg, em 20 de junho de 1975. Com um orçamento de US$ 7 milhões, o filme não apenas atraiu multidões aos cinemas, mas também estabeleceu o conceito de blockbuster e alterou a percepção pública sobre tubarões. O sucesso gerou uma onda de filmes sobre esses predadores marinhos, que continuam a ser produzidos.
Recentemente, filmes como Sob as águas do Sena e Desespero profundo conquistaram o público no streaming. O primeiro, com Bérénice Bejo, apresenta uma cientista que enfrenta um tubarão preso no rio Sena, enquanto o segundo narra o pesadelo de um grupo após um acidente aéreo em águas infestadas de tubarões. Ambos os longas figuraram entre os mais assistidos em suas plataformas.
Tubarão é considerado um divisor de águas na história do cinema, segundo o crítico Marcelo Janot. Ele destaca a habilidade de Spielberg em criar tensão ao mostrar o medo do desconhecido. A trilha sonora de John Williams e a perspectiva do tubarão intensificam essa experiência. Contudo, o impacto do filme também gerou um aumento na caça esportiva de tubarões, algo que Spielberg lamentou em entrevistas.
Especialistas, como o biólogo marinho Rafael Franco, criticam a imagem negativa que o cinema perpetua sobre os tubarões. Franco observa que muitos ataques estão relacionados a desequilíbrios ambientais. O comediante Fábio Porchat compartilha sua experiência de nadar com tubarões, ressaltando a tensão que a cultura popular criou em torno desses animais.
O subgênero de filmes de tubarão permanece ativo, com novos projetos em desenvolvimento. A Sony está trabalhando em um filme com Phoebe Dynevor, enquanto outros longas exploram histórias de sobrevivência em águas infestadas. O cinema brasileiro também se aventurou nesse nicho, com paródias e produções que, embora menos conhecidas, seguem a linha de Tubarão.
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