Flavia Fabbriziani, uma pintora do Rio de Janeiro, está com uma nova exposição chamada “Nunca é para sempre” na Casa de Cultura Laura Alvim até 26 de outubro. A mostra tem 31 obras que mostram como a natureza influenciou seu trabalho. Durante o ano, enquanto arrumava seu ateliê na Gávea, Flavia começou a observar a paisagem pela janela, o que mudou seu estilo de pintura. Ela usou pinceladas mais suaves, permitindo que a natureza a inspirasse de forma mais sutil. A curadora Shannon Botelho organizou as obras de forma que elas se conectem com a vista externa, especialmente a série “Ventos quentes”, que fica em uma varanda com vista para o mar de Ipanema. Flavia fala sobre como a observação da natureza a fez refletir sobre o tempo e a efemeridade, destacando que conceitos como “nunca” e “sempre” são difíceis de entender na vida. Ela acredita que apreciar a natureza é importante para o bem-estar.
Flavia Fabbriziani, pintora radicada no Rio de Janeiro, apresenta sua nova fase na exposição “Nunca é para sempre”, que ocorre na Casa de Cultura Laura Alvim até 26 de outubro. A mostra reúne 31 obras que refletem a influência da natureza em sua produção artística.
Durante o início do ano, enquanto reorganizava seu ateliê na Gávea, Flavia começou a observar a paisagem pela janela. Essa nova perspectiva trouxe um gestual que remete a formas naturais, resultando em uma transformação em seu trabalho abstrato. A artista destaca que as pinceladas diminuíram, permitindo que a natureza a influenciasse de maneira mais sutil.
A curadoria da exposição é de Shannon Botelho, que organizou as obras em um espaço que dialoga com a paisagem externa. A série “Ventos quentes” é exibida na varanda de vidro, com vista para o mar de Ipanema. Flavia explica que as cores da natureza ao redor, como os verdes das palmeiras e o azul do céu, interagem com suas obras, especialmente quando a luz solar incide sobre elas.
A artista também reflete sobre o tempo e sua relação com a natureza. Para Flavia, a observação do exterior a levou a um olhar introspectivo sobre como lidamos com a passagem do tempo. O título da exposição, que aborda a efemeridade, ressalta que “nunca” e “sempre” são conceitos difíceis de sustentar na vida. A artista enfatiza que o tempo é fugaz e que a apreciação da natureza é essencial para o bem-estar.
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