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Bienal do Livro do Rio registra crescimento em público e vendas de livros

A Bienal do Livro Rio 2025 atraiu 740 mil visitantes e movimentou R$ 535,4 milhões, consolidando o evento como um polo literário no Brasil.

Público lota um dos corredores da Bienal do Livro, em 2025 (Foto: Guito Moreto/Agência O Globo)
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A Bienal do Livro Rio 2025 teve um grande sucesso, atraindo 740 mil visitantes, um aumento de 23% em relação ao ano anterior. O evento, realizado no Riocentro, vendeu 6,8 milhões de livros, superando as vendas de 2023. Editoras como HarperCollins e Globo Livros tiveram um crescimento significativo, com a primeira dobrando seu faturamento e a segunda aumentando em 70%. Mais de 1.850 autores participaram, oferecendo painéis e sessões de autógrafos. Uma novidade foi o Book Park, que transformou o espaço em um “parque literário”, com mais de 1.200 horas de programação. O aplicativo oficial foi baixado por 73 mil pessoas, permitindo a criação de bibliotecas virtuais. O evento movimentou R$ 535,4 milhões, com 88% dos visitantes vindo da capital e da Região Metropolitana. A Secretaria Municipal de Educação levou 56 mil profissionais e 30 mil estudantes, promovendo acesso gratuito e atividades para formar novos leitores.

Em coletiva realizada ontem, os organizadores da Bienal do Livro Rio 2025 anunciaram que o evento atraiu 740 mil visitantes, um aumento de 23% em relação à edição anterior. O festival, realizado no Riocentro, também registrou a venda de 6,8 milhões de livros, superando o volume de 2023.

O sucesso das vendas foi notável entre as editoras. A HarperCollins dobrou seu faturamento, enquanto a Globo Livros cresceu 70%. Outras editoras, como Companhia das Letras e Record, tiveram um aumento de 65% nas vendas. O evento contou com a participação de mais de 1.850 autores, que se envolveram em painéis e sessões de autógrafos.

Inovações e Conceitos

Uma das novidades desta edição foi o Book Park, que transformou o Riocentro em um “parque literário”. A programação incluiu espaços como o Café Literário Pólen e a Biblioteca Fantástica, totalizando mais de 1.200 horas de conteúdo. O aplicativo oficial da Bienal foi baixado por 73 mil pessoas, permitindo a criação de bibliotecas virtuais com mais de 256 mil livros registrados.

Dante Cid, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), destacou a importância da Bienal para a promoção da leitura e a formação de novos leitores. Ele ressaltou que o evento foi crucial para o Rio de Janeiro conquistar o título de Capital Mundial do Livro.

Impacto Econômico

O evento também teve um impacto econômico significativo, movimentando R$ 535,4 milhões. O prefeito em exercício, Eduardo Cavaliere, enfatizou que a Bienal reafirma o Rio como um centro literário. 88% dos visitantes eram da capital e da Região Metropolitana, enquanto 12% eram turistas, gerando um impacto de R$ 188 milhões com os gastos dos visitantes de fora.

A Secretaria Municipal de Educação levou 56 mil profissionais e 30 mil estudantes ao evento, oferecendo acesso gratuito e promovendo atividades voltadas à formação de leitores. O secretário Renan Ferreirinha destacou a importância das bibliotecas nas escolas para o desenvolvimento da leitura.

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