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Maçãs saudáveis e saborosas conquistam paladares sem veneno

Autora busca transformar a imagem da madrasta na literatura infantil, destacando sua importância e amorosidade em novas narrativas.

Foto: Reprodução
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A autora Angelica Lino Terra falou sobre a importância de mostrar madrastas de forma positiva em livros infantis. Ela, que é madrasta, notou que muitos livros só falam de “pai e mãe”, deixando de lado madrastas e padrastos. Durante uma atividade escolar, um de seus enteados perguntou onde marcar a madrasta na lista de pessoas que moram com ele, o que a fez procurar por histórias que mostrassem madrastas de maneira carinhosa. Ela encontrou o livro “Ué! Minha madrasta não é!”, que apresenta uma madrasta amorosa, desafiando a ideia de que todas são más. Ao ler o livro para seus enteados, eles ficaram surpresos ao ver uma madrasta positiva. Angelica também mencionou uma petição de 2020 que pediu à Disney um filme com uma madrasta boa, mas isso ainda não aconteceu. Em 2022, um abaixo-assinado fez o Google mudar a definição de “madrasta”, que era negativa. Angelica acredita que é importante mudar a forma como as madrastas são vistas, pois muitas mulheres nesse papel são dedicadas e amorosas. Ela defende que a literatura e o cinema podem ajudar a mudar essa percepção cultural.

Recentemente, a autora Angelica Lino Terra destacou a necessidade de representações positivas de madrastas na literatura infantil. Em sua experiência como madrasta, ela percebeu que os livros frequentemente retratam figuras parentais fixas, como “pai e mãe”, excluindo madrastas e padrastos.

Durante uma atividade escolar, um de seus enteados questionou onde marcar a madrasta na lista de pessoas que moram com ele. Essa situação a motivou a buscar livros que retratassem madrastas de forma realista e amorosa. Ela encontrou o livro “Ué! Minha madrasta não é!”, de Ana Paula Beling, que apresenta uma madrasta carinhosa, desafiando o estereótipo da madrasta má.

Angelica leu o livro para seus enteados, que ficaram surpresos ao perceber que a figura da madrasta poderia ser positiva. Essa experiência a levou a refletir sobre o estigma que as madrastas enfrentam na sociedade e na cultura popular. Apesar de avanços em outras questões femininas, a imagem da madrasta continua estigmatizada, perpetuando preconceitos.

A autora também mencionou que, em 2020, uma petição online buscou pressionar a Disney a criar um filme com uma madrasta boa, mas até agora, isso não se concretizou. Em 2022, um abaixo-assinado levou o Google a alterar a definição de “madrasta”, que antes era negativa.

Angelica enfatiza que a figura da madrasta deve ser vista de forma mais positiva, pois muitas mulheres desempenham esse papel com amor e dedicação. Ela acredita que a literatura e o cinema têm o poder de influenciar a percepção cultural e que é fundamental mudar essa narrativa para que futuras gerações vejam as madrastas como figuras amorosas e presentes na vida das crianças.

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