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Cineastas solicitam aumento de recursos para documentários à RioFilme

Cineastas pedem à Riofilme aumento de verba para documentários, destacando crescimento do gênero e necessidade de investimento.

Sede da RioFilme, onde também funcionará o CineCarioca José Wilker (Foto: Divulgação)
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Mais de 80 cineastas brasileiros, incluindo Luiz Carlos Lacerda e Silvio Tendler, enviaram uma carta à Riofilme pedindo mais dinheiro para documentários. Eles querem R$1,5 milhão por projeto e criticam a diminuição das opções de financiamento para longas documentais. O gênero cresceu 35% entre 2014 e 2023, mostrando que o público está interessado em histórias reais. Tendler elogiou algumas melhorias no edital deste ano, que agora separa os financiamentos de ficção e documentário, mas ainda considera os valores insuficientes para viabilizar as produções. A carta foi enviada como resposta a uma consulta pública da Riofilme, que busca entender as necessidades do setor. Os cineastas esperam que suas demandas sejam atendidas para fortalecer a produção de documentários no Brasil.

Mais de 80 cineastas brasileiros, incluindo nomes como Luiz Carlos Lacerda e Silvio Tendler, enviaram uma carta à Riofilme solicitando um aumento na verba destinada a documentários. O grupo pede um aporte de R$1,5 milhão por projeto e critica a redução das linhas de financiamento específicas para longas documentais.

O documento destaca que o gênero cresceu 35% entre 2014 e 2023, refletindo o crescente interesse do público por histórias reais. Os cineastas ressaltam que os longas documentais têm ganhado destaque em plataformas de streaming e canais de TV, evidenciando a demanda por esse tipo de conteúdo.

Silvio Tendler, um dos signatários, comentou sobre as melhorias no edital deste ano, que separou as linhas de financiamento de ficção e documentário. No entanto, ele afirma que os valores ainda estão abaixo do esperado, tornando a produção inviável. A carta é uma resposta à consulta pública da Riofilme, que busca entender as necessidades do setor.

Os cineastas esperam que suas reivindicações sejam ouvidas e que a Riofilme reconsidere a alocação de recursos para apoiar a produção de documentários, um gênero que vem se consolidando no cenário audiovisual brasileiro.

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