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CinePO exibe 144 filmes e presta homenagem a Marisa Orth em Ouro Preto

A CinePO inicia sua 20ª edição com 144 filmes gratuitos e homenagens a Marisa Orth, além da nova mostra competitiva "Arquivos em questão".

Foto: Reprodução
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A 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto começa no dia 25 de outubro e vai até 30 de outubro, com a exibição gratuita de 144 filmes em três locais da cidade. O evento é conhecido por valorizar o cinema brasileiro e promover a memória do audiovisual nacional. Na abertura, serão exibidos três curtas importantes e haverá uma homenagem à atriz Marisa Orth, destacando o papel das mulheres no humor. Uma novidade desta edição é a mostra competitiva “Arquivos em questão”, que apresentará cinco longas que usam imagens de arquivo de forma criativa. Entre os filmes estão “Ruminantes” e “Meu pai e eu”. A programação também inclui filmes clássicos restaurados e contemporâneos, além de oficinas e debates sobre memória e preservação do audiovisual. A CineOP se tornou um espaço importante para cineastas e amantes do cinema.

Começa nesta quarta-feira (25) a 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto. O evento, que se estende até 30 de outubro, exibirá 144 filmes gratuitamente em três locais da cidade histórica de Minas Gerais. A CineOP é reconhecida por valorizar obras clássicas do cinema brasileiro, promovendo a memória do audiovisual nacional.

A abertura contará com a exibição de três curtas-metragens emblemáticos: “A mulher fatal encontra o homem ideal” (1987), de Carla Camurati; “A origem dos bebês segundo Kiki Cavalcanti” (1995), de Anna Muylaert; e “A má criada” (1993), de Sung Sfai. A atriz Marisa Orth será homenageada nesta edição, destacando a contribuição das mulheres no humor do audiovisual.

Novidades da Mostra

Uma das principais inovações é a criação da mostra competitiva “Arquivos em questão”, que apresentará cinco longas-metragens que utilizam imagens de arquivo de forma criativa. Entre os filmes selecionados estão “Ruminantes”, de Tarsila Araújo e Marcelo Melo, e “Meu pai e eu”, de Thiago Boulin. Além disso, a programação inclui filmes contemporâneos e clássicos restaurados, como “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla.

O evento também promoverá oficinas, debates e conversas sobre temas como memória, preservação e políticas públicas para o audiovisual. A CineOP se consolidou como um espaço de reflexão e aprendizado, atraindo cineastas, estudantes e amantes do cinema. A expectativa é que a mostra continue a enriquecer o cenário cultural brasileiro.

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