A Sony criou o PlayStation após uma parceria falha com a Nintendo nos anos 90. O console foi lançado em 1994 e trouxe gráficos 3D, vendendo mais de 100 milhões de unidades na primeira geração. A Sony se destacou na E3 de 1995, superando a Nintendo, que ainda usava cartuchos. Até 2025, a Sony vendeu mais de 600 milhões de consoles, com o PlayStation 2 sendo o mais vendido. O PS5, lançado em 2020, já vendeu mais de 60 milhões de unidades. A receita da divisão de games da Sony é de cerca de 30 bilhões de dólares por ano. A Nintendo, por sua vez, lançou o Switch 2 em 2025, vendendo 3,5 milhões de unidades em cinco dias. A decisão de romper com a Sony é vista como um momento importante que afetou a competição no mercado de consoles.
A criação do PlayStation pela Sony é um marco na história dos videogames, resultante de uma parceria frustrada com a Nintendo nos anos 1990. O projeto inicial visava integrar tecnologia de CD-ROM ao Super Nintendo, mas a aliança foi rompida em 1991, levando a Sony a desenvolver seu próprio console.
Lançado em dezembro de 1994, o PlayStation revolucionou o mercado com gráficos 3D e um preço competitivo de US$ 299. O sucesso foi imediato, com mais de 100 milhões de unidades vendidas na primeira geração. A apresentação na E3 de 1995 consolidou a Sony como uma potência no setor, ofuscando a Nintendo, que ainda utilizava cartuchos em seu Nintendo 64.
Até 2025, a divisão de games da Sony vendeu mais de 600 milhões de consoles, com o PlayStation 2 sendo o mais vendido da história, com 155 milhões de unidades. O PS5, lançado em 2020, já ultrapassou 60 milhões de unidades. A receita anual da Sony Interactive Entertainment gira em torno de US$ 30 bilhões, representando um terço do faturamento total do grupo.
Enquanto isso, a Nintendo, após enfrentar desafios, lançou o Switch 2 em março de 2025, vendendo 3,5 milhões de unidades em apenas cinco dias. Apesar do sucesso recente, analistas apontam que a decisão de romper com a Sony foi um ponto de inflexão que moldou o mercado de consoles, limitando a concorrência a poucas marcas dominantes.
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