O musical “Elza”, que conta a história da cantora Elza Soares, volta ao Rio de Janeiro no Teatro Claro Mais entre 26 de junho e 20 de julho. O espetáculo, que estreou em 2018 e ganhou vários prêmios, tem texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, com sete atrizes, incluindo Naruna Costa e Julia Tizumba, no papel principal. A cidade também recebe a mostra “Quem quer queer?”, que celebra o orgulho LGBTQIAPN+ com 30 produções no Grupo Estação até 7 de julho, incluindo clássicos como “Salomé” e “Mulan”. Além disso, o projeto “Ópera do meio-dia” apresenta a comédia “A italiana em Argel” no Theatro Municipal, com ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações. A exposição “Indomináveis presenças”, que reúne obras de 16 artistas negros, indígenas e LGBTQIAPN+, encerra no CCBB na próxima segunda-feira. Por fim, o Teatro Ziembinski exibe o musical “Zé Ketti, eu quero matar a saudade!”, com sessões às terças e quartas, incluindo intérprete de libras.
O musical “Elza”, que retrata a vida da cantora Elza Soares, retorna ao Rio de Janeiro no Teatro Claro Mais. O espetáculo, que estreou em 2018 e já conquistou diversos prêmios, será apresentado entre 26 de junho e 20 de julho. O texto é de Vinícius Calderoni e a direção é de Duda Maia. Sete atrizes se revezam no papel principal, incluindo Naruna Costa e Julia Tizumba, do elenco original.
Além disso, a cidade sedia a mostra “Quem quer queer?”, que homenageia o orgulho LGBTQIAPN+ com 30 produções em cartaz no Grupo Estação até 7 de julho. O evento apresenta clássicos e animações, como “Salomé” e “Mulan”. Destaques da programação incluem “Persona” de Ingmar Bergman e “O segredo de Brokeback Mountain”.
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O projeto “Ópera do meio-dia” também está em destaque, com apresentações na escadaria interna do Theatro Municipal. A comédia “A italiana em Argel”, de Gioachino Rossini, será apresentada às 12h em dias específicos, com ingressos distribuídos uma hora antes do espetáculo.
A exposição “Indomináveis presenças” se despede do CCBB na próxima segunda-feira. Com curadoria coletiva, a mostra reúne obras de 16 artistas negros, indígenas e LGBTQIAPN+, abordando narrativas contra-coloniais.
Por fim, o Teatro Ziembinski apresenta o musical “Zé Ketti, eu quero matar a saudade!”, com sessões às terças e quartas. O espetáculo, que conta com a participação de Leandro Santanna, traz sucessos de Zé Ketti e terá sessões com intérprete de libras.
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