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Dzi Croquettes inspira novo musical que celebra sua história libertária em São Paulo

Ciro Barcelos apresenta "Dzi Croquettes Sem Censura" no Teatro Itália, relembrando a importância cultural do grupo durante a ditadura militar.

Ciro Barcelos na peça 'Dzi Croquettes Sem Censura' (Foto: Bruno Santos/Folhapress)
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Ciro Barcelos está apresentando a peça “Dzi Croquettes Sem Censura” no Teatro Itália, em São Paulo, que revive a história do famoso grupo de teatro e dança Dzi Croquettes, que fez sucesso durante a ditadura militar no Brasil. O elenco inclui Daniel Suleiman como Cirinho e a produção homenageia os 13 integrantes originais do grupo, ressaltando sua importância cultural. A peça é baseada no livro “As Internacionais”, de Cláudio Tovar, e mistura dança, música e monólogos que refletem a vida dos artistas. Ciro, agora com 71 anos, interpreta seu antigo amante, o dançarino Lennie Dale, enquanto Suleiman representa a versão jovem de Cirinho. Os Dzi Croquettes eram conhecidos por seu humor e androginia, e Ciro destaca que a anarquia e a técnica eram essenciais para o sucesso do grupo. Ele expressa preocupação com a memória do grupo, que não é tão lembrada quanto a de outros artistas da época. A peça, que foi realizada com investimento próprio de Ciro, está em cartaz aos sábados e domingos, às 20h30, até 27 de julho.

Ciro Barcelos revive a história dos Dzi Croquettes na peça “Dzi Croquettes Sem Censura”, que está em cartaz no Teatro Itália em São Paulo. Com um elenco que inclui Daniel Suleiman como Cirinho, a produção homenageia os 13 integrantes originais do grupo, destacando sua importância cultural durante a ditadura militar.

A peça é uma adaptação do livro “As Internacionais”, de Cláudio Tovar, e traz uma mistura de dança, música e monólogos que refletem a vida e as ideias dos artistas. Ciro Barcelos, agora com 71 anos, interpreta seu antigo amante, o dançarino Lennie Dale, enquanto Suleiman encarna a versão jovem de Cirinho, trazendo à tona a essência do grupo que desafiou normas sociais e artísticas.

Os Dzi Croquettes, que surgiram no Rio de Janeiro, eram conhecidos por sua androginia e humor irreverente. Barcelos destaca que a anarquia e a técnica de dança e canto eram fundamentais para o sucesso do grupo. Ele relembra sua trajetória, desde a infância na TV Globo até a formação do grupo, que se destacou também em Paris, onde conquistaram a cena cultural.

Ciro Barcelos expressa preocupação com a memória do grupo, que não se consolidou no imaginário popular como outros contemporâneos. Ele observa que a falta de continuidade e o apagamento da história dos Dzi Croquettes refletem uma desconexão cultural no Brasil. Apesar de ter tentado captar recursos para a nova produção, ele afirma que a peça foi realizada com seu próprio investimento.

A peça “Dzi Croquettes Sem Censura” está em cartaz aos sábados e domingos, às 20h30, até 27 de julho, e promete reviver a magia e a transgressão que marcaram a trajetória do grupo.

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