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Jesuíta Barbosa estreia em peça da companhia brasileira de teatro em São Paulo

"Sonho elétrico" estreia no Sesc Vila Mariana e provoca reflexão sobre sonhos coletivos em tempos de crise. Apresentações vão até 3 de agosto.

Jesuíta retorna aos palcos neste final de semana, em São Paulo (Foto: Divulgação/Ethel Braga)
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A peça “Sonho elétrico” estreia no Sesc Vila Mariana em São Paulo, marcando o retorno do ator Jesuíta Barbosa aos palcos após seis anos. Dirigida por Marcio Abreu e inspirada no livro “Sonho manifesto” do neurocientista Sidarta Ribeiro, a peça fala sobre a importância de sonhar juntos em tempos de crise. A história segue um artista de uma banda que, após ser atingido por um raio, entra em coma e revisita suas memórias e sonhos. A produção mistura atuação, música, dança e recursos visuais, e não é uma adaptação direta do livro, mas uma interpretação que aborda temas como o colapso ambiental. O elenco conta também com Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cleomácio Inácio, que exploram a ideia de que os sonhos se realizam quando são compartilhados. As apresentações acontecem às quintas, sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h, com ingressos entre R$ 21 e R$ 70, em cartaz até 3 de agosto.

A peça “Sonho elétrico” estreia neste sábado (28) no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, marcando o retorno do ator Jesuíta Barbosa aos palcos após seis anos. Dirigida por Marcio Abreu, a produção é inspirada no livro “Sonho manifesto” do neurocientista Sidarta Ribeiro e propõe uma reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente em tempos de crises ambientais e sociais.

A narrativa gira em torno de um artista de uma banda que, após ser atingido por um raio, entra em coma e explora suas memórias e sonhos. “Sonho elétrico” busca metaforizar a linha tênue entre a vida e a morte, questionando como é possível construir um novo futuro. Jesuíta destaca a relevância de estar de volta ao teatro, afirmando que a peça oferece um espaço para pensar em conjunto sobre o futuro.

Temas e Linguagens

A peça não se limita à atuação, incorporando música, dança e recursos visuais. Marcio Abreu enfatiza que a dramaturgia não é uma adaptação literal do livro, mas sim uma interpretação que dialoga com os temas urgentes abordados por Ribeiro, como os riscos do colapso ambiental. A poética do sonho é utilizada como contraponto às crises contemporâneas, promovendo uma pulsão de vida.

Os atores Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cleomácio Inácio também integram o elenco, e juntos exploram a ideia de que o sonho só se concretiza quando compartilhado. Idylla ressalta que, diante da morte, a peça oferece uma nova possibilidade de vida e transformação.

Informações Práticas

“Sonho elétrico” faz parte da pesquisa contínua da Companhia Brasileira de Teatro, que completa 25 anos. As apresentações ocorrem às quintas, sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h, com ingressos variando de R$ 21 a R$ 70. A peça ficará em cartaz até 3 de agosto.

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