Vik Muniz, um artista famoso por misturar escultura e fotografia, vai inaugurar a exposição “A olho nu” no Instituto Ricardo Brennand, em Recife, no dia 12 de junho. Essa é a maior retrospectiva de sua carreira, com mais de 200 obras, incluindo esculturas novas e uma homenagem ao seu pai. Durante os preparativos, ele ajusta a obra “Cabo de guerra II”, que mostra seu estilo bem-humorado. O curador Daniel Rangel destaca esculturas menos conhecidas, como “Concretismo clássico”, que fala sobre arte e cultura popular. A mostra ocupa quase mil metros quadrados e inclui 37 séries de sua produção desde os anos 1980. Muniz começou a se interessar por fotografia aos 28 anos, quando comprou sua primeira câmera em Nova York. Rangel comenta que a escultura é fundamental para o trabalho de Muniz, que se vê como um “fotógrafo agricultor”. Ele usa o humor para tornar a arte mais acessível. Além dessa exposição, Muniz planeja uma mostra no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2024, e outra da série “Handmade” na Espanha, em 2026. A exposição no Nordeste também é uma forma de lembrar seu pai, Vicente José, que faleceu em abril deste ano, e de se conectar com suas raízes.
Vik Muniz, artista reconhecido por sua fusão entre escultura e fotografia, inaugura a retrospectiva “A olho nu” no Instituto Ricardo Brennand, em Recife, no dia 12 de junho. A exposição, a mais abrangente de sua carreira, apresenta mais de 200 obras, incluindo esculturas inéditas e uma nova série, além de homenagear seu pai.
Durante os preparativos, Muniz ajusta a instalação de “Cabo de guerra II” (1989), uma de suas obras iniciais que exemplifica sua abordagem bem-humorada e a intersecção entre diferentes formas de arte. O curador Daniel Rangel destaca a importância de apresentar esculturas menos conhecidas do artista, como “Concretismo clássico” (2025), que explora a relação entre arte e cultura popular.
A exposição ocupa quase mil metros quadrados e abrange 37 séries que vão desde os anos 1980 até a produção recente de Muniz. O artista reflete sobre sua trajetória, mencionando que a relação com a fotografia começou quando decidiu registrar suas obras de maneira mais pessoal. Ele comprou sua primeira câmera aos 28 anos, em Nova York, onde trabalhou em diversos empregos antes de se estabelecer como artista.
Rangel, diretor do Museu de Arte Contemporânea da Bahia, observa que a escultura é uma parte essencial do processo criativo de Muniz, que se considera um “fotógrafo agricultor”. O artista utiliza o humor como uma ferramenta para desarmar o espectador, buscando criar um espaço onde todos possam se sentir à vontade para apreciar a arte.
Além da retrospectiva, Muniz planeja uma exposição no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, para o primeiro semestre de 2024, e uma grande mostra da série “Handmade” para o Faro Santander, na Espanha, prevista para 2026. A circulação da exposição pelo Nordeste é uma forma de homenagear seu pai, Vicente José, que faleceu em abril deste ano, e reflete seu desejo de se conectar mais com suas raízes.
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