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King Princess promove um verão ousado e vibrante além do mês do orgulho

King Princess encena "morte" em show para lançar "RIP KP" e clama por união na comunidade LGBTQ+ diante de adversidades políticas.

King Princess fala sobre sua nova música, o presidente Trump, o mês do Orgulho e muito mais em uma nova entrevista para a Billboard. (Foto: Reprodução)
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King Princess fez uma performance marcante em Brooklyn, onde encenou sua própria “morte” durante um show no Market Hotel, no dia 4 de junho de 2025. O evento lançou seu novo single “RIP KP”, que fala sobre a união da comunidade LGBTQ+ em tempos difíceis. Durante a apresentação, a cantora caiu no palco e foi socorrida por duas mulheres vestidas de enfermeiras, enquanto a mensagem “King Princess estava morta; viva King Princess” ressoava entre os fãs. Em entrevista, ela explicou que a ideia de “morte” simboliza a luta da comunidade LGBTQ+ diante de um cenário político hostil. King Princess, cujo nome verdadeiro é Mikaela Straus, deseja que o verão seja um tempo de celebração e resistência. O novo single é parte de seu trabalho contínuo, que inclui músicas anteriores como “Hit the Back” e “Pussy Is God”. Ela criticou decisões políticas que afetam os direitos LGBTQ+, como o fechamento de uma linha de apoio para jovens e leis que limitam cuidados de saúde para menores trans. Straus enfatizou a importância de apoiar uns aos outros dentro da comunidade e incentivou os fãs a se envolverem em suas comunidades locais. Além disso, ela está trabalhando em novos projetos, incluindo um álbum chamado “Girl Violence”, que será lançado em 12 de setembro, e um filme com Hugh Jackman e Kate Hudson.

King Princess, a cantora e compositora de pop alternativo, fez uma performance impactante em Brooklyn, onde encenou sua própria “morte” durante um show no Market Hotel. O evento, realizado no dia 4 de junho de 2025, marcou o lançamento de seu novo single “RIP KP”, que aborda a união da comunidade LGBTQ+ em tempos de adversidade política.

Durante a apresentação, a artista de 26 anos caiu no palco, sendo rapidamente socorrida por duas mulheres vestidas de enfermeiras. “King Princess estava morta; viva King Princess”, foi a mensagem que ecoou entre os fãs. Em entrevista, a cantora, cujo nome verdadeiro é Mikaela Straus, revelou que a ideia de “morte” foi uma metáfora para a luta da comunidade LGBTQ+ diante de um cenário político hostil.

“Quero que este verão seja ‘slutty, slutty gay summer'”, afirmou Straus, referindo-se ao clima de celebração e resistência que deseja promover. O single “RIP KP” é uma continuação de suas músicas anteriores, como “Hit the Back” e “Pussy Is God”, e reflete sua intenção de combater a tristeza que permeia a comunidade.

A artista também criticou as recentes decisões políticas que afetam os direitos LGBTQ+, como o fechamento de uma seção da linha de apoio 988 para jovens e a aprovação de leis que restringem cuidados de saúde para menores trans. “Essas pessoas odeiam os gays e não se importam com a equidade”, disse Straus, enfatizando a necessidade de união entre os diferentes grupos da comunidade.

“Precisamos nos apoiar e não nos atacar”, destacou, referindo-se à crescente divisão interna entre os grupos LGBTQ+. Para ela, a construção de uma comunidade forte é essencial para enfrentar os desafios atuais. Straus incentivou os fãs a se envolverem em suas comunidades locais, oferecendo apoio a centros LGBTQ+ e programas de ajuda.

Após retornar a Brooklyn, a artista também se dedicou a novos projetos, incluindo sua carreira de atriz. Com um novo álbum, “Girl Violence”, previsto para ser lançado em 12 de setembro, e um filme ao lado de Hugh Jackman e Kate Hudson, King Princess continua a expandir sua influência artística. “Mais arte o tempo todo”, concluiu, reafirmando seu compromisso com a criatividade e a resistência.

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