- Marina Sena participou do programa Conversa com Bial na última segunda-feira (30).
- A cantora relembrou a experiência de gravar com Gal Costa, que faleceu em novembro de 2022.
- Marina contou que Gal assistiu a uma de suas apresentações e ficou emocionada ao saber que ambas compartilham o mesmo aniversário.
- Atualmente, Marina está em turnê com seu álbum Coisas Naturais e incorporou dança em suas apresentações, influenciada pelo namorado, o dançarino Juliano Floss.
- Em conversa com o rapper Djonga, Marina discutiu a percepção sobre haters, afirmando que a atenção recebida é um sinal de seu impacto na música.
Marina Sena, a talentosa cantora mineira, foi uma das convidadas do programa Conversa com Bial na última segunda-feira (30). Durante a atração, ela compartilhou memórias marcantes de sua carreira, especialmente a experiência de gravar com Gal Costa, que faleceu em novembro de 2022. A regravação da música “Para Lennon e McCartney”, lançada em dezembro do mesmo ano, foi o último trabalho da artista baiana.
No programa, Marina revelou que Gal assistiu a uma de suas apresentações no Conversa com Bial e ficou emocionada ao descobrir que ambas compartilham o mesmo aniversário. A cantora mineira recordou que, após receber elogios sobre seu cabelo, decidiu não prendê-lo mais durante os shows, seguindo o conselho de Gal. Em homenagem à artista, Marina realizou um show especial durante o festival The Town.
Evolução na Dança
Atualmente em turnê com seu álbum “Coisas Naturais”, Marina incorporou elementos de dança em suas apresentações. Influenciada por seu namorado, o dançarino Juliano Floss, a artista comentou sobre sua evolução nesse aspecto. “Ele me incentivou a me esforçar para ser uma dançarina”, afirmou. Marina destacou que, embora sempre tenha gostado de dançar, nunca havia se dedicado a desenvolver técnica.
Reflexões sobre Haters
Durante a conversa, Marina e o rapper Djonga, que se conhecem há mais de uma década, abordaram a questão dos haters. Para a cantora, a atenção que recebe é um indicativo de seu impacto: “Se eu não chamasse a atenção, ninguém estaria falando”. Djonga complementou, afirmando que a raiva dos haters pode ser vista como uma forma de amor e admiração, refletindo a complexidade das relações na indústria musical.
Entre na conversa da comunidade