- Fito Páez, cantor e compositor argentino, realizou um encontro no Teatro Luchana, em Madrid, com cerca de 300 pessoas.
- Durante o evento, ele falou sobre a importância de viver o presente e a consciência da finitude, citando seu álbum “Novela”.
- O artista destacou o mistério da criação musical e a música como uma forma de bem que celebra e cura.
- Páez também comentou sobre a situação atual da Argentina e do mundo, enfatizando a relevância da música e da arte diante da ignorância.
- Ele expressou preocupação com a Inteligência Artificial, ressaltando a importância da conexão emocional com o público na experiência musical.
Fito Páez, o renomado cantor e compositor argentino, realizou um encontro exclusivo no Teatro Luchana, em Madrid, onde compartilhou reflexões sobre sua vida e carreira. O evento, que atraiu cerca de 300 pessoas, foi marcado por uma conversa íntima e profunda sobre a música e sua importância na sociedade atual.
Durante a conversa, Páez destacou a importância de viver o presente. “A vida, por momentos, pode ser maravilhosa”, afirmou, referindo-se ao fechamento de seu último álbum, “Novela”, que termina com a frase “que belo é viver”. O artista enfatizou a consciência da finitude e a necessidade de valorizar cada segundo.
Páez também abordou o mistério da criação musical. Ele comentou que, muitas vezes, não sabe o porquê de suas escolhas artísticas, afirmando que “o inconsciente trabalha 24 horas por dia”. Para ele, a música é uma forma de bem, que ajuda a celebrar e cura. “Defender a música é defender a humanidade”, declarou.
O cantor refletiu sobre a situação atual da Argentina e do mundo. Ele mencionou a tendência à ignorância e à falta de curiosidade, ressaltando que a música e a arte são essenciais para enfrentar esses desafios. “A utopia é algo que não se pode realizar”, disse, instigando uma reflexão sobre as certezas que muitos defendem.
Páez também comentou sobre a Inteligência Artificial, afirmando que não a teme, mas se preocupa com a possibilidade de as paredes falarem. Ele destacou que a música é emoção e que a conexão com o público é fundamental para a experiência musical. O artista encerrou sua apresentação com canções icônicas, deixando o público emocionado e satisfeito.
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