- Rafik Greiss, artista egípcio nascido em Dublin, apresentou seu novo filme, The Longest Sleep, em Paris.
- O filme foi gravado em Cairo e inclui imagens de um carrossel vazio e rituais sufis.
- Greiss explora a neuroteologia, focando na relação da mente humana com a religiosidade e o medo da morte.
- O artista planeja viajar ao Egito para aprofundar sua conexão com o espaço urbano, que considera “muito crua”.
- Greiss também compartilhou suas experiências em residências artísticas, destacando a importância da interação com outros artistas.
Rafik Greiss, artista egípcio nascido em Dublin, revelou detalhes sobre seu novo filme, The Longest Sleep, durante um encontro em Paris. O artista, que explora a solidão e a conexão com o espaço urbano, compartilhou suas experiências em residências artísticas e planos de viajar ao Egito.
Greiss, que frequentemente produz fora do estúdio, comentou sobre sua prática artística: “Eu uso o estúdio principalmente para armazenamento. Será que quero um estúdio novamente?” Ele destacou a importância de interagir com outros artistas, como fez durante sua residência na POUSH, onde trabalhou ao lado do pintor Pol Taburet.
O novo filme, The Longest Sleep, foi realizado em Cairo e apresenta imagens de um carrossel vazio e rituais sufis. Greiss se inspira na neuroteologia, explorando como a mente humana lida com a religiosidade. Ele afirmou que, embora não tenha crescido em um ambiente religioso, sempre se interessou pela forma como as crenças enfrentam o medo da morte.
Atualmente, Greiss está recebendo convites para exposições em instituições ao redor do Mediterrâneo. Ele planeja viajar ao Egito, afirmando que a conexão com o espaço urbano lá é “muito crua”. O artista acredita que a nova viagem proporcionará estímulos criativos, essenciais para sua produção artística.
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