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EA investe US$ 400 milhões para reinventar a franquia Battlefield

Battlefield Glacier, com orçamento de US$ 400 milhões, busca atrair 100 milhões de jogadores em meio a tensões internas na EA.

Battlefield 3 marcou o auge da série nos anos 2010: agora, a EA aposta em uma estrutura global e orçamento recorde para tentar reconquistar o público com Glacier. (Foto: Divulgação)
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  • A Electronic Arts (EA) está desenvolvendo um novo jogo da franquia Battlefield, chamado Glacier, com um orçamento superior a US$ 400 milhões.
  • A meta é alcançar 100 milhões de jogadores, um desafio significativo em um mercado dominado por Call of Duty e Fortnite.
  • O projeto enfrenta tensões internas e mudanças estruturais na EA, com a equipe buscando evitar os erros de Battlefield 2042, que teve um desempenho comercial fraco.
  • O estúdio DICE, responsável pela franquia, perdeu parte de sua autonomia, com decisões agora centralizadas nos Estados Unidos.
  • Glacier incluirá modos free-to-play e monetização por meio de passes de temporada, visando competir com jogos gratuitos.

Após 23 anos desde o lançamento do primeiro jogo da franquia, a Electronic Arts (EA) está desenvolvendo um novo título de Battlefield, codinome Glacier. O projeto enfrenta pressões significativas para se destacar em um mercado dominado por Call of Duty e Fortnite. Com um orçamento superior a US$ 400 milhões, a meta é atingir 100 milhões de jogadores, um desafio sem precedentes para a série.

O desenvolvimento de Glacier está marcado por tensões internas e mudanças estruturais na EA. A equipe, composta por veteranos da indústria, busca evitar os erros cometidos em Battlefield 2042, que resultou em um fracasso comercial. Para isso, a EA promoveu uma reestruturação, contratando nomes como Byron Beede e Vince Zampella, com a intenção de garantir processos mais eficientes e cronogramas rigorosos.

Desafios e Mudanças

A ambição de Glacier trouxe desgaste significativo para os desenvolvedores, que enfrentam longas jornadas de trabalho e um choque cultural entre as equipes europeias e a liderança norte-americana. O estúdio DICE, responsável pela identidade da franquia, perdeu parte de sua autonomia, com decisões agora centralizadas nos Estados Unidos. Isso gerou atritos, especialmente entre os desenvolvedores acostumados a um ambiente mais colaborativo.

A EA também está adaptando Glacier para incluir modos free-to-play e monetização via passes de temporada, buscando competir com jogos gratuitos. A meta de 100 milhões de jogadores é ainda mais desafiadora quando comparada a números anteriores: Battlefield 2042 alcançou apenas 22 milhões de jogadores, enquanto Battlefield 1, o mais bem-sucedido, chegou a 30 milhões.

O Futuro da Franquia

A pressão para entregar um produto que não apenas recupere a reputação da franquia, mas também a posicione como líder no mercado, é intensa. Glacier se torna, assim, o Battlefield mais caro da história, refletindo a necessidade da EA de se reinventar e se adaptar a um cenário competitivo em constante evolução. As mudanças internas e a busca por inovação são cruciais para o sucesso deste novo capítulo da franquia.

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