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Rodrigo Simas e Eduardo Borelli apresentam ‘Hair’, o clássico do movimento hippie

Nova montagem de "Hair" no Teatro Riachuelo destaca temas contemporâneos e apresenta novos talentos, como Eduardo Borelli e Rodrigo Simas.

'Hair' conta com elenco de 30 integrantes, que interpretam membros de tribo hippie em Nova York (Foto: Divulgação/Mateus Cony)
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  • O musical “Hair” retorna ao Rio de Janeiro com nova montagem no Teatro Riachuelo, a partir de amanhã.
  • A direção é de Charles Möeller e Claudio Botelho, que buscam destacar a atualidade dos temas abordados.
  • A produção conta com trinta atores, representando uma tribo de jovens hippies em Nova York.
  • Eduardo Borelli interpreta Claude, que enfrenta dilemas entre valores familiares e ideais de liberdade.
  • As canções icônicas ganham novos arranjos que dialogam com a música brasileira, ampliando a ressonância cultural do espetáculo.

O musical “Hair” retorna ao Rio de Janeiro, com nova montagem no Teatro Riachuelo, a partir de amanhã. Sob a direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, a produção promete destacar a relevância dos temas abordados, como a contracultura e a guerra, em um contexto contemporâneo.

Desde sua estreia em 1968, “Hair” conquistou o público mundial, incluindo uma famosa adaptação cinematográfica em 1979. No Brasil, o espetáculo já teve várias versões, a primeira delas em 1969, com um elenco que incluía Ney Latorraca e Antônio Fagundes. Möeller destaca que o texto continua atual, refletindo discussões sobre igualdade racial, sexual e de gênero.

A nova montagem conta com 30 atores, que representam uma tribo de jovens hippies em Nova York. As canções icônicas, como “Aquarius” e “Let the sunshine in”, ganham novos arranjos que dialogam com a música brasileira. O protagonista, Claude, interpretado por Eduardo Borelli, enfrenta um dilema entre os valores familiares e os ideais de liberdade de seus amigos.

Borelli, que já atuou em “A noviça rebelde” e “Mamma mia”, comenta sobre a complexidade de seu personagem, que reflete conflitos pessoais. Rodrigo Simas, no papel de George Berger, líder do grupo, ressalta a fidelidade ao texto original, enquanto incorpora elementos da musicalidade brasileira. A montagem busca conectar os temas universais do espetáculo com a realidade do Brasil contemporâneo, ampliando sua ressonância cultural.

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