- O musical “Hair” retorna ao Rio de Janeiro com nova montagem no Teatro Riachuelo, a partir de amanhã.
- A direção é de Charles Möeller e Claudio Botelho, que buscam destacar a atualidade dos temas abordados.
- A produção conta com trinta atores, representando uma tribo de jovens hippies em Nova York.
- Eduardo Borelli interpreta Claude, que enfrenta dilemas entre valores familiares e ideais de liberdade.
- As canções icônicas ganham novos arranjos que dialogam com a música brasileira, ampliando a ressonância cultural do espetáculo.
O musical “Hair” retorna ao Rio de Janeiro, com nova montagem no Teatro Riachuelo, a partir de amanhã. Sob a direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, a produção promete destacar a relevância dos temas abordados, como a contracultura e a guerra, em um contexto contemporâneo.
Desde sua estreia em 1968, “Hair” conquistou o público mundial, incluindo uma famosa adaptação cinematográfica em 1979. No Brasil, o espetáculo já teve várias versões, a primeira delas em 1969, com um elenco que incluía Ney Latorraca e Antônio Fagundes. Möeller destaca que o texto continua atual, refletindo discussões sobre igualdade racial, sexual e de gênero.
A nova montagem conta com 30 atores, que representam uma tribo de jovens hippies em Nova York. As canções icônicas, como “Aquarius” e “Let the sunshine in”, ganham novos arranjos que dialogam com a música brasileira. O protagonista, Claude, interpretado por Eduardo Borelli, enfrenta um dilema entre os valores familiares e os ideais de liberdade de seus amigos.
Borelli, que já atuou em “A noviça rebelde” e “Mamma mia”, comenta sobre a complexidade de seu personagem, que reflete conflitos pessoais. Rodrigo Simas, no papel de George Berger, líder do grupo, ressalta a fidelidade ao texto original, enquanto incorpora elementos da musicalidade brasileira. A montagem busca conectar os temas universais do espetáculo com a realidade do Brasil contemporâneo, ampliando sua ressonância cultural.
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