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The Cure faz performance explosiva de 9 minutos com grito de revolta contra Robert Palmer

The Cure desafiou a pressão no Rock Werchter em 1981, estendendo "A Forest" e fazendo uma declaração audaciosa contra a indústria musical.

The Cure / Christian Rose
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  • The Cure se apresentou no festival Rock Werchter em 5 de julho de 1981.
  • A banda, composta por Robert Smith, Simon Gallup e Laurence Tolhurst, enfrentou pressão para encerrar o show.
  • O público aguardava a apresentação de Robert Palmer, mas a banda decidiu tocar uma versão de nove minutos da canção “A Forest”.
  • Durante a performance, Robert Smith improvisou e declarou: “que jodan a Robert Palmer e que jodan ao rock’n’roll”.
  • O show foi o último da turnê europeia da banda, promovendo o álbum Faith, lançado em abril daquele ano.

The Cure protagonizou um momento icônico no festival Rock Werchter em 5 de julho de 1981. A banda, formada por Robert Smith, Simon Gallup e Laurence Tolhurst, enfrentou pressão para encerrar seu show, pois o público aguardava a apresentação de Robert Palmer. Em resposta, tocaram uma versão de 9 minutos de “A Forest”, desafiando as ordens da produção.

Durante a apresentação, a banda foi informada que deveria finalizar rapidamente. Smith, visivelmente irritado, anunciou ao público que não poderiam continuar, pois todos queriam ver Palmer. Em um ato de rebeldia, decidiram estender a última canção, “A Forest”, que já era um sucesso no Reino Unido, e transformá-la em uma performance memorável.

A versão estendida da música foi uma resposta direta à pressão que sofreram. Smith e Gallup se aproximaram e, em um momento de improviso, decidiram prolongar a canção, adicionando uma letra improvisada que incluía a frase “que jodan a Robert Palmer e que jodan ao rock’n’roll”. Essa atitude se tornou um marco na história da banda e do festival.

O evento ocorreu em um contexto em que The Cure estava em ascensão, promovendo seu álbum Faith, lançado em abril daquele ano. O show em Werchter foi o último da turnê europeia antes de embarcarem para a América do Norte. A performance não apenas solidificou a identidade da banda, mas também destacou a tensão entre artistas e a indústria musical, refletindo a luta pela liberdade criativa.

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