- Beyoncé iniciou sua turnê “Cowboy Carter” em 2024, focando nas raízes negras da música country.
- No Dia da Independência, em 4 de julho, a artista se apresentou em Landover, Maryland, a 25 minutos da Casa Branca.
- Durante o show, ela fez uma interpretação da “Star Spangled Banner” que refletiu a ansiedade política atual, sem declarações diretas sobre o feriado.
- O prefeito de Newark, Ras Baraka, introduziu o segundo ato com um pedido de “poesia americana”.
- A performance incluiu a canção “Ameriican Requiem” e uma homenagem a mulheres negras na música country, além de críticas à administração atual.
Beyoncé deu início à sua turnê “Cowboy Carter” em 2024, trazendo à tona as raízes negras da música country e utilizando símbolos americanos em suas performances. No dia 4 de julho, durante um show em Landover, Maryland, a artista apresentou uma interpretação da “Star Spangled Banner” que refletiu a atual ansiedade política, sem fazer declarações diretas sobre o feriado.
O evento, que ocorreu a apenas 25 minutos da Casa Branca, foi marcado pela presença do prefeito de Newark, Ras Baraka, que pediu uma “poesia americana” para introduzir o segundo ato do espetáculo. Com um chapéu de cowboy e um casaco com a bandeira dos EUA, Beyoncé iniciou a apresentação com a canção “Ameriican Requiem”, abordando as realidades difíceis da vida nos Estados Unidos.
A performance incluiu uma versão de “Blackbiird”, em homenagem a mulheres negras que influenciaram a música country. A medley da artista, que combinou o hino nacional com a canção “Freedom”, trouxe à tona a crítica à administração atual, evocando a interpretação de Jimi Hendrix em Woodstock. Ao cantar “You were only waiting for this moment to be free”, Beyoncé sinalizou a transição para “Freedom”, uma faixa que se tornou um hino durante a campanha de Kamala Harris.
A turnê também abordou a luta por liberdade e justiça, com canções como “Ya Ya” e “Why Don’t You Love Me?”, que exploram a frustração de um povo que frequentemente é negado o acesso ao sonho americano. A artista, ao longo do show, questionou a narrativa tradicional da América, desafiando a ideia de quem pode ser considerado verdadeiramente americano.
Beyoncé, uma das artistas mais influentes da atualidade, continua a provocar debates sobre a identidade americana e a luta por igualdade. A turnê “Cowboy Carter” não apenas celebra a música, mas também instiga reflexões sobre as contradições da sociedade americana.
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