- Rodrigo Pitta lançou a peça “Alice”, que aborda o impacto da inteligência artificial na vida de um jornalista cancelado.
- O espetáculo estreia em outubro e apresenta dilemas éticos relacionados ao uso da tecnologia.
- Pitta, que reside no Bairro Peixoto, no Rio de Janeiro, testou uma ferramenta de inteligência artificial e comparou seu impacto na indústria criativa ao de motoristas de aplicativo sobre taxistas.
- Além de “Alice”, Pitta está desenvolvendo dois filmes e duas séries, incluindo “Realidade mortal”, que trata de um assassinato em um reality show durante um apagão.
- O projeto “Realidade mortal” é uma parceria com o ator Cauã Reymond, que elogia a criatividade do diretor.
Rodrigo Pitta, diretor artístico conhecido por sua versatilidade, lançou a peça “Alice”, que explora o impacto da inteligência artificial na vida de um jornalista cancelado. O espetáculo, com estreia prevista para outubro, narra a história de um jornalista que, após ser “cancelado” nas redes sociais, recebe um equipamento de IA que o ajuda a retomar sua carreira, mas traz dilemas éticos.
Pitta, que reside no Bairro Peixoto, no Rio de Janeiro, ficou emocionado ao testar uma ferramenta de inteligência artificial pela primeira vez. Ele comparou o impacto dessa tecnologia na indústria criativa ao que motoristas de aplicativo causaram aos taxistas. O diretor, que tem um currículo extenso, incluindo a criação de turnês internacionais e a direção de grandes eventos, agora busca uma carreira mais voltada para o cinema.
Além de “Alice”, Pitta está desenvolvendo dois filmes e duas séries. Um dos longas, “Realidade mortal”, aborda um assassinato em um reality show durante um apagão. O projeto é uma parceria com o ator Cauã Reymond, que elogia a criatividade do diretor. Pitta, aos 49 anos, se considera um “globetrotter do show business”, tendo transitado por diversas áreas ao longo de sua carreira.
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