- O coletivo MSCHF lançou o projeto King Solomon’s Baby, que permite a compra de partes de uma escultura desmembrada.
- As vendas começam no dia 11 de julho, às 14h, no site kingsolomonsbaby.com, com preços a partir de 100 dólares.
- A escultura, avaliada em 100 mil dólares, será dividida entre os compradores, que receberão partes aleatórias feitas de espuma de poliestireno e tinta.
- A obra será exibida em Brooklyn nos dias 11 e 12 de julho, das 12h às 18h, e será desmembrada com um fio quente, transformando-se em mil pinturas.
- O projeto questiona a posse de arte e o valor coletivo, transformando uma peça monumental em decoração acessível.
O coletivo MSCHF, conhecido por suas intervenções artísticas provocativas, lançou um novo projeto intitulado King Solomon’s Baby. A iniciativa permite que colecionadores adquiram partes de uma escultura que será desmembrada, com preços a partir de 100 dólares. As vendas começam no dia 11 de julho, às 14h, no site kingsolomonsbaby.com, e a obra será exibida em Brooklyn.
A escultura, que tem um valor total de 100 mil dólares, será dividida entre os compradores. Se mil pessoas se interessarem, cada uma poderá adquirir uma parte por 100 dólares. O projeto é descrito como um “trust fall financeiro”, onde os colecionadores são incentivados a participar de um esquema que, de forma autocrítica, se assemelha a uma pirâmide invertida.
Exibição e Desmembramento
A obra será apresentada ao público nos dias 11 e 12 de julho, das 12h às 18h, no Pioneer Works. Durante a exibição, a escultura será desmembrada com um fio quente, transformando-se em mil pinturas que estarão disponíveis para venda. O conceito por trás da obra visa transformar o que era uma peça monumental em decoração de parede acessível.
Os compradores não poderão escolher qual parte da escultura receberão; cada um receberá um pedaço aleatório da escultura feita de espuma de poliestireno e tinta. O manifesto do projeto destaca que a experiência visual da arte muitas vezes é mais amplamente compartilhada online do que em exposições físicas, refletindo sobre o impacto da fotografia na percepção artística.
A proposta do MSCHF não apenas desafia a noção tradicional de posse de arte, mas também questiona o valor e a memória coletiva, transformando a experiência estética em um produto comercial.
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