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Barry Can’t Swim realiza seus sonhos e enfrenta novos desafios pela frente

Joshua Mainnie, do projeto Barry Can’t Swim, reflete sobre a pressão de agradar fãs após o lançamento de "Loner" e apresentações em festivais.

O produtor eletrônico escocês Barry Can't Swim discute seu segundo álbum, 'Loner', que será lançado em 11 de julho pela Ninja Tune. (Foto: Reprodução)
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  • Barry Can’t Swim, projeto de Joshua Mainnie, destacou-se durante a pandemia com seu estilo de house music.
  • O artista lançou seu segundo álbum, “Loner”, em 11 de julho de 2023, após acumular mais de 385 milhões de streams e ser indicado ao Mercury Prize.
  • Mainnie se apresentou em festivais como Lollapalooza e Glastonbury, refletindo sobre a pressão de agradar a um público crescente.
  • O novo álbum apresenta sonoridades experimentais, misturando grunge e garage britânico, enquanto Mainnie busca não se deixar levar pela pressão comercial.
  • Ele se apresenta com uma banda, incluindo um baterista e quatro músicos de cordas, proporcionando uma experiência sonora mais rica.

O Crescimento de Barry Can’t Swim

O projeto Barry Can’t Swim, liderado pelo produtor e DJ Joshua Mainnie, ganhou destaque durante a pandemia com seu estilo de house music. Após acumular mais de 385 milhões de streams e receber uma indicação ao Mercury Prize por seu álbum de estreia, Mainnie lançou seu segundo álbum, “Loner”, em 11 de julho de 2023.

Recentemente, Mainnie se apresentou em grandes festivais, como Lollapalooza e Glastonbury, refletindo sobre a pressão de criar músicas que agradem a um público crescente. Durante suas performances, fãs se vestem com trajes que fazem referência ao nome do projeto, que surgiu como uma piada.

A Evolução Musical

Mainnie começou sua carreira musical em um ambiente familiar, aprendendo piano desde os nove anos. Sua paixão por música eletrônica se intensificou ao ouvir bandas da cena “Madchester”. Em 2019, ele lançou seu primeiro single, “Because I Wanted You to Know”, que rapidamente conquistou ouvintes. O sucesso se consolidou com o álbum “When Will We Land?”, que trouxe o hit “How It Feels”.

Com o crescimento de sua base de fãs, Mainnie passou a se apresentar em locais maiores, como o O2 Academy Brixton, com capacidade para quase 5 mil pessoas. Ele agora se apresenta com uma banda que inclui um baterista e quatro músicos de cordas, proporcionando uma experiência sonora mais rica.

Desafios e Novas Perspectivas

O novo álbum, “Loner”, explora sonoridades mais experimentais, com faixas que variam entre o grunge e o garage britânico. Mainnie se esforça para não se deixar levar pela pressão de criar sucessos comerciais, afirmando que prefere deixar a música fluir naturalmente.

A busca por um equilíbrio entre a crítica e o sucesso comercial é um desafio constante. Mainnie observa que muitos artistas respeitados não têm o mesmo número de streams que os que dominam as paradas. Ele se mantém focado em “fazer uma música excelente e desfrutar de uma carreira longa”, enquanto se prepara para uma agenda repleta de festivais e shows.

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