- Betye Saar formou o Betye Saar Legacy Group, composto por nove curadores, para preservar seu legado artístico.
- O grupo tem como objetivo compartilhar seu trabalho e conhecimento com futuras gerações.
- Em fevereiro, Saar enviou cartas aos curadores agradecendo e pedindo ajuda na criação de um recurso para curadores e pesquisadores.
- Entre os membros estão Zoé Whitley, que escreve uma biografia sobre Saar, e diretores de instituições como o Museum of Modern Art e o Museu d’Art Contemporani de Barcelona.
- Saar, aos 99 anos, planeja uma nova instalação para a Art Basel Miami Beach em dezembro.
Betye Saar, artista icônica conhecida por suas assemblages que exploram racismo e sobrevivência, formou o Betye Saar Legacy Group. Composto por nove curadores, o grupo visa preservar e compartilhar seu legado artístico, garantindo acesso ao seu trabalho para futuras gerações.
Em fevereiro, Saar enviou cartas manuscritas aos curadores, agradecendo pelo envolvimento com sua obra e solicitando ajuda na criação de um recurso para curadores, pesquisadores e historiadores de arte. Todos os nove curadores aceitaram o convite, unindo-se a uma iniciativa que busca assegurar que o trabalho de Saar continue a ser estudado e apreciado.
Entre os membros do grupo estão Zoé Whitley, que escreve uma biografia sobre Saar, e diretores de instituições renomadas como o Museum of Modern Art e o Museu d’Art Contemporani de Barcelona. Eles colaborarão com as filhas de Saar para facilitar o acesso a documentos e materiais arquivados ao longo de sua carreira.
O grupo não substitui um espólio ou uma retrospectiva, mas complementa esses esforços. Julie Roberts, cofundadora da Roberts Projects, destacou que o objetivo é garantir que as futuras gerações respeitem a visão de Saar. A artista, que continua ativa aos 99 anos, planeja uma nova instalação para a Art Basel Miami Beach em dezembro.
O Legado Group é projetado para ser flexível, permitindo que os curadores compartilhem suas experiências e conhecimentos sobre a obra de Saar. Christophe Cherix, diretor do MoMA, enfatizou a importância de criar um espaço colaborativo para entender melhor o impacto da artista. Saar, que ganhou um prêmio de reconhecimento vitalício da Art Basel, permanece focada em sua arte e em sua família.
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