- Ana Navarro criticou a escolha de Donald Trump para presidir a cerimônia do Kennedy Center Honors em 2025.
- A comentarista política pediu que Gloria Gaynor, uma das homenageadas, recusasse o prêmio, citando a hipocrisia de receber uma honra de alguém com histórico de ataques a grupos marginalizados.
- Navarro lembrou de um encontro com Gaynor, onde recebeu um chaveiro que tocava a canção “I Will Survive”.
- Ela destacou que Trump representa um “estigma” para a cerimônia, que celebra contribuições à cultura americana, e que a comunidade LGBTQ+ merece mais respeito.
- Até o momento, Gaynor não se manifestou sobre a possibilidade de recusar o prêmio e compartilhou mensagens de congratulação em suas redes sociais.
Ana Navarro criticou a escolha de Donald Trump para presidir a cerimônia do Kennedy Center Honors em 2025, especialmente após sua reestruturação do conselho da instituição e suas ações contra direitos de minorias. A comentarista política pediu que Gloria Gaynor, uma das homenageadas, recusasse o prêmio, citando a hipocrisia de receber uma honra de alguém com um histórico de ataques a grupos marginalizados.
Em uma postagem no Instagram, Navarro expressou seu carinho pela artista, lembrando de um encontro que tiveram em Miami, onde Gaynor lhe presenteou com um chaveiro que tocava sua famosa canção “I Will Survive”. “Durante o primeiro mandato de Trump, eu pressionei até a bateria acabar,” comentou Navarro, ressaltando a ironia de ver Gaynor receber um prêmio das mãos do ex-presidente.
A crítica se intensificou quando Navarro destacou que Trump é um “estigma” para a prestigiada cerimônia, que celebra contribuições significativas à cultura americana. Ela enfatizou que a comunidade LGBTQ+, que ajudou a transformar a canção de Gaynor em um hino, merece mais respeito do que o oferecido por Trump, que tem um histórico de desrespeito a esses grupos.
A cerimônia deste ano contará com outros homenageados, como George Strait, KISS e Sylvester Stallone. Trump, que se declarou “98% envolvido” na seleção dos homenageados, também afirmou ter rejeitado artistas por serem “muito woke”. A decisão de Trump de presidir a cerimônia ocorre após sua tentativa de remover eventos LGBTQ+ da programação do Kennedy Center, o que levanta preocupações sobre a integridade do evento.
Apesar das críticas, Gaynor ainda não se manifestou sobre a possibilidade de recusar o prêmio. Em suas redes sociais, a artista compartilhou mensagens de congratulação, incluindo uma do próprio Casa Branca, indicando que, até o momento, ela está inclinada a aceitar a homenagem.
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