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Membros do KISS expressam honra por homenagem no Kennedy Center após críticas a Trump

KISS recebe homenagem no Kennedy Center Honors de 2025, apesar das críticas ao ex-presidente Donald Trump, que presidirá o evento

Membros do KISS, Gene Simmons e Paul Stanley, que criticaram duramente Donald Trump, disseram estar "profundamente honrados" com sua homenagem no Kennedy Center. (Foto: Reprodução)
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  • KISS foi anunciada como uma das homenageadas do Kennedy Center Honors de 2025.
  • O evento será presidido por Donald Trump, que não compareceu durante seu mandato anterior.
  • Os membros da banda expressaram alegria pela homenagem, destacando seu significado.
  • Gene Simmons afirmou que KISS representa o sonho americano, enquanto Paul Stanley criticou ações de Trump.
  • A cerimônia será transmitida pela CBS em dezembro e inclui outros homenageados como George Strait e Sylvester Stallone.

KISS, a icônica banda de rock, foi anunciada como uma das homenageadas do Kennedy Center Honors de 2025, evento que será presidido por Donald Trump. A escolha da banda é notável, considerando suas críticas ao ex-presidente e a recusa em se apresentar em sua inauguração.

Os membros da banda expressaram alegria pela honra, destacando a importância do reconhecimento. Gene Simmons, baixista e vocalista, afirmou que KISS é “a personificação do sonho americano” e que se sentem profundamente honrados. Paul Stanley, cantor e guitarrista, ressaltou que a banda sempre representou a ideia de que “tudo é possível com trabalho duro”.

A cerimônia, que será transmitida pela CBS em dezembro, marca a primeira vez que um presidente dos EUA hospeda o evento. Trump, que não compareceu ao Kennedy Center Honors durante seu mandato anterior, esteve envolvido na seleção dos homenageados deste ano, incluindo também figuras como George Strait e Sylvester Stallone.

A relação entre KISS e Trump é complexa. Simmons, que inicialmente elogiou o ex-presidente, mudou de postura ao criticar suas ações e a polarização política que ele gerou. Stanley também se manifestou contra Trump, chamando suas ações de “abomináveis” e referindo-se aos apoiadores que invadiram o Capitólio como “terroristas”.

A escolha de KISS para o evento, após um histórico de críticas ao governo Trump, levanta questões sobre a dinâmica entre arte e política, especialmente em um momento em que a banda celebra seu legado musical.

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