- John Fogerty lançou um novo álbum chamado Legacy: The Creedence Clearwater Revival Years, regravando suas canções mais conhecidas.
- A regravação marca a recuperação dos direitos autorais de suas músicas, que foram controlados por Saul Zaentz.
- Fogerty descreveu a recuperação dos direitos como uma libertação e refletiu sobre sua carreira em entrevista à Rolling Stone.
- Ele destacou a importância de sua esposa, Julie, em sua vida pessoal e profissional, especialmente durante momentos difíceis.
- Aos oitenta anos, Fogerty expressa confiança de que suas músicas continuarão a ser apreciadas por futuras gerações.
John Fogerty, ex-vocalista da banda Creedence Clearwater Revival, lançou um novo álbum intitulado Legacy: The Creedence Clearwater Revival Years, no qual regravou suas canções mais icônicas. Essa iniciativa marca um ponto culminante em sua longa batalha para recuperar os direitos autorais de suas músicas, que foram controlados por Saul Zaentz, um executivo com quem Fogerty teve conflitos legais por décadas.
Após anos de disputas, Fogerty finalmente recuperou os direitos de publicação de suas canções há dois anos, descrevendo essa conquista como uma libertação. Em entrevista à Rolling Stone, ele reflete sobre sua trajetória, as influências que moldaram sua carreira e a importância de sua esposa, Julie, em sua vida pessoal e profissional. Fogerty admite que, durante os conflitos, chegou a se sentir tão alienado que evitou tocar suas próprias músicas ao vivo.
Reflexões sobre a Carreira
O artista compartilha que a regravação de suas músicas exigiu um profundo mergulho em suas memórias e emoções da época em que as compôs. Ele revela que, ao revisitar canções como “Proud Mary”, percebeu a importância de entender o contexto histórico e emocional que as cercava. Fogerty destaca que, apesar das dificuldades, sempre teve orgulho de suas composições e do impacto que elas tiveram.
Além disso, ele menciona a dinâmica única que existia entre os membros da Creedence, ressaltando que a química musical entre eles foi fundamental para o sucesso da banda. Fogerty também discute suas influências musicais, incluindo a R&B dos anos 50, que moldou seu estilo e suas aspirações artísticas.
Legado e Futuro
Com 80 anos, Fogerty reflete sobre sua mortalidade e o legado que deixará. Ele expressa confiança de que suas músicas continuarão a ser apreciadas por gerações futuras. O artista, que já enfrentou desafios pessoais, como a luta contra o alcoolismo, considera-se um homem sortudo por ter encontrado amor e apoio em sua esposa, que o ajudou a superar momentos difíceis.
Fogerty conclui que, apesar das adversidades, sua paixão pela música e seu desejo de criar continuam intactos. Ele se sente grato por ter vivido o suficiente para ver suas canções se tornarem clássicos e por ter a oportunidade de compartilhar sua história com o mundo.
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