- Bryson Tiller lançou seu novo álbum duplo, “Solace & The Vices”, que representa uma nova fase em sua carreira.
- O projeto será lançado em duas partes, com a segunda parte prevista para 2 de outubro.
- Tiller busca liberdade criativa e se distancia das expectativas geradas por seu álbum de estreia, “Trapsoul”.
- Ele também está revisitando o projeto “Serenity”, que foi adiado por falta de confiança em sua direção criativa.
- O artista destaca que a liberdade criativa é essencial para sua música e para se reconectar com sua essência artística.
Bryson Tiller lançou seu novo álbum duplo, “Solace & The Vices”, que marca uma nova fase em sua carreira. O projeto, que será lançado em duas partes, com a segunda parte prevista para 2 de outubro, reflete sua busca por liberdade criativa e um distanciamento das expectativas geradas por seu álbum de estreia, “Trapsoul”.
Após o sucesso estrondoso de “Trapsoul”, que se tornou triplo platina e influenciou o R&B contemporâneo, Tiller enfrentou desafios com seu segundo álbum, “True to Self”, que não teve a mesma recepção. Ele admite que a pressão para recriar a magia de seu primeiro trabalho o levou a um período de insegurança criativa. Em resposta, Tiller lançou “Anniversary” em 2020, uma tentativa de provar que a fórmula de “Trapsoul” não poderia ser replicada.
“Solace & The Vices” é descrito como seu projeto mais autêntico até agora, onde Tiller se sente livre para explorar diferentes estilos musicais, incluindo colaborações com artistas da Flórida. Ele expressa que a intenção era criar algo divertido e leve, especialmente durante a temporada de verão. Tiller destaca que a escolha de trabalhar com artistas da Flórida foi uma forma de capturar a energia vibrante da região.
O artista também revelou que está revisitando seu projeto “Serenity”, que foi adiado devido à falta de confiança em sua direção criativa. Agora, com uma nova perspectiva, ele se sente pronto para dar vida a esse projeto, focando em expressar suas emoções sem se preocupar com a recepção do público ou com prêmios. Tiller conclui que a liberdade criativa é fundamental para sua música, permitindo-lhe se reconectar com sua essência artística.
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