- Bilquis Evely ganhou o Eisner Award como melhor desenhista e artista de capa em 25 de julho.
- A série “Helen de Wyndhorn”, publicada pela Dark Horse, também foi premiada como melhor série limitada.
- Evely expressou surpresa com a premiação, afirmando que ainda não acredita.
- A obra é uma colaboração com o roteirista Tom King e o colorista Mat Lopes, a mesma equipe de “Supergirl: Mulher do Amanhã”.
- “Helen de Wyndhorn” aborda temas de pertencimento e autodescoberta, inspirando-se na vida de Robert E. Howard, criador de Conan, o Bárbaro.
Bilquis Evely conquistou o Eisner Award como melhor desenhista e artista de capa em 25 de julho, pela série “Helen de Wyndhorn”, que também foi premiada como melhor série limitada. A obra, publicada pela Dark Horse, é uma fusão de fantasia e elementos góticos.
A quadrinista, que já trabalhou com grandes editoras como a DC Comics, expressou sua surpresa com a premiação: “É tão surreal que até agora não caiu a ficha.” “Helen de Wyndhorn” é uma criação conjunta de Evely com o roteirista Tom King e o colorista Mat Lopes, a mesma equipe que trabalhou em “Supergirl: Mulher do Amanhã”.
Trajetória e Influências
Evely começou sua carreira em “Luluzinha Teen” e, desde 2015, tem colaborado com a DC Comics em títulos como “Sandman” e “Mulher-Maravilha”. A artista revelou que o convite para trabalhar em “Helen de Wyndhorn” veio de King, que desejava continuar a parceria. “A gente deu muito certo desde o começo”, afirmou.
A narrativa de “Helen de Wyndhorn” é levemente inspirada na vida do criador de Conan, o Bárbaro, Robert E. Howard. A protagonista, Helen Cole, é uma jovem desajustada que enfrenta seus demônios pessoais após a morte do pai. A história explora temas de pertencimento e autodescoberta em um cenário que mistura o gótico e o fantástico.
Desafios e Reconhecimento
Evely destacou que a produção de “Helen de Wyndhorn” foi seu maior desafio até o momento, devido à complexidade da narrativa. “Esse foi um projeto muito denso, muito complexo”, comentou. A obra foi lançada nos Estados Unidos em março do ano passado e teve seus direitos adquiridos pela Companhia das Letras no Brasil.
Com a premiação, Bilquis Evely se firma como uma das principais vozes do quadrinho contemporâneo, ampliando sua influência no mercado e conquistando novos leitores.
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