- Darren Aronofsky contratou a banda Idles para a trilha sonora de seu novo filme, Caught Stealing.
- O filme conta com Austin Butler e Zoe Kravitz no elenco e incluirá cinco músicas originais da banda, além de uma cover de “Police and Thieves”, do Clash.
- A colaboração é inovadora, com a banda atuando como uma orquestra, e o compositor Rob Simonsen destacou a importância de entender o estilo de criação da Idles.
- Joe Talbot, vocalista da banda, afirmou que as músicas foram compostas a partir da leitura do roteiro, refletindo a narrativa do filme.
- Caught Stealing é considerado um dos filmes mais acessíveis de Aronofsky, que pretende explorar o gênero de biografias musicais no futuro.
Darren Aronofsky, conhecido por seus filmes sombrios, contratou a banda Idles para a trilha sonora de seu novo thriller, Caught Stealing. O filme, que conta com Austin Butler e Zoe Kravitz no elenco, terá cinco músicas originais da banda, além de uma cover de “Police and Thieves”, do Clash.
A colaboração entre Aronofsky e Idles é inovadora, com a banda atuando como uma espécie de orquestra. O compositor Rob Simonsen, que já trabalhou com Aronofsky em The Whale, destacou que o processo envolveu entender a forma única de criação da banda. Aronofsky mencionou que não encontrou outro exemplo semelhante, exceto a parceria entre Queen e o filme Flash Gordon.
Joe Talbot, vocalista da Idles, revelou que as novas músicas foram compostas a partir da leitura do roteiro. Ele descreveu a experiência como uma forma de dar vida à narrativa do filme, que explora a fuga de um homem não apenas de monstros, mas também de si mesmo. A sonoridade da trilha reflete o ambiente da Nova York dos anos 90, com influências de Massive Attack e Prodigy.
Simonsen também enfatizou a importância de capturar os sons autênticos de uma banda de rock, incluindo feedback de guitarras e sons de amplificadores. A experiência de trabalhar na trilha sonora revitalizou Talbot, que está animado para finalizar o próximo álbum da Idles, previsto para 2024.
Caught Stealing promete ser um dos filmes mais acessíveis de Aronofsky, que expressou interesse em explorar o gênero de biografias musicais no futuro.
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