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Músicos da banda The Police acusam Sting de dívida de mais de R$ 2 milhões

Andy Summers e Stewart Copeland processam Sting por mais de $2 milhões em royalties não pagos, alegando falta de compensação na exploração digital

A banda The Police se apresenta em 1979 (Foto: Reprodução)
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  • Sting, ex-integrante da banda The Police, enfrenta um processo de Andy Summers e Stewart Copeland por mais de $2 milhões em royalties não pagos.
  • Os músicos alegam que não foram devidamente compensados pela exploração digital do catálogo da banda.
  • O processo foi protocolado no Tribunal Superior de Londres e envolve uma “taxa de arranjador” relacionada a vendas digitais e streaming.
  • Os advogados de Sting contestam a validade da ação, afirmando que ele não deve nada e que a disputa tenta reinterpretar um acordo de 2016.
  • Uma audiência administrativa está marcada para janeiro.

Sting, ex-integrante da banda The Police, enfrenta uma nova disputa legal com seus antigos colegas de banda, Andy Summers e Stewart Copeland. Os músicos processaram Sting por mais de $2 milhões em royalties não pagos, alegando que não foram devidamente compensados pela exploração digital do catálogo da banda. O processo foi protocolado no Tribunal Superior de Londres.

Os documentos legais revelam que Summers e Copeland reivindicam uma “taxa de arranjador” relacionada aos royalties provenientes da venda digital e streaming das músicas da banda. Em resposta, os advogados de Sting afirmam que o cantor não deve nada aos ex-colegas e que a ação é uma tentativa ilegítima de reinterpretar um acordo assinado em 2016, que visava resolver disputas sobre royalties.

A origem dessa controvérsia remonta a um acordo verbal estabelecido em 1977, que previa a divisão de 15% dos rendimentos de composições entre os membros da banda. Esse acordo foi formalizado em 1981 e revisado em 1997 após alegações de subpagamento. O último ajuste, em 2016, abordou como os royalties deveriam ser distribuídos quando as canções da banda eram utilizadas em filmes e programas de TV.

O foco atual do litígio é a compensação por royalties de exploração digital. Enquanto Summers e Copeland alegam não ter recebido sua parte justa, os advogados de Sting argumentam que eles podem ter sido “substancialmente superpagos” e que, dependendo da interpretação do acordo de 2016, Sting não teria a obrigação de pagar nada quando as músicas da banda são vendidas ou tocadas online. Uma audiência administrativa está marcada para janeiro.

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