- Chandrika Tandon lançou seu novo álbum Soul Ecstasy, concorrendo a uma indicação ao Grammy na categoria de melhor álbum de música global.
- O álbum, seu sétimo, apresenta 14 ragas clássicas indianas e combina versos védicos com arranjos instrumentais.
- Tandon, que ganhou seu primeiro Grammy em fevereiro por Triveni, busca tornar a música clássica indiana mais acessível.
- Para a produção, reuniu 75 músicos de Calcutá e 16 cantores clássicos, ampliando seu público, especialmente entre homens de 18 a 40 anos.
- Tandon planeja performances em locais como The Town Hall, em Nova York, e Carnegie Music Hall, em Pittsburgh.
Chandrika Tandon, empresária e filantropa indiana, lançou seu novo álbum Soul Ecstasy e está concorrendo a uma nova indicação ao Grammy na categoria de melhor álbum de música global. A artista, que ganhou seu primeiro Grammy em fevereiro por Triveni, busca tornar a música clássica indiana mais acessível.
Com 70 anos, Tandon lançou Soul Ecstasy antes do prazo para as indicações ao Grammy, que se encerrou em 30 de agosto. O álbum, seu sétimo, apresenta 14 ragas clássicas indianas e combina versos védicos com arranjos instrumentais vibrantes. A artista descreve seu trabalho como uma forma de espalhar alegria e empoderamento emocional.
Para a produção do álbum, Tandon reuniu 75 músicos de Calcutá e 16 cantores clássicos, um desafio inusitado, já que a música indiana tradicional costuma valorizar a expressão individual. Ela pretende ampliar seu público, que já inclui uma base de fãs dedicada, especialmente entre homens de 18 a 40 anos.
Tandon, que vive em Nova York e é artista residente do Young People’s Chorus, tem uma trajetória notável. Foi a primeira mulher indiano-americana a se tornar sócia da McKinsey & Co. e fundou a Tandon Capital Associates. Além de sua carreira musical, ela se dedica à filantropia, tendo doado 100 milhões de dólares para a NYU Tandon School of Engineering.
Para promover Soul Ecstasy, Tandon planeja performances imersivas em locais como The Town Hall, em Nova York, e Carnegie Music Hall, em Pittsburgh. A artista deseja que sua música seja uma oferta ao mundo, ajudando os ouvintes a encontrar sua própria felicidade interior.
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