- O programa Jimmy Kimmel Live! foi suspenso pela ABC após 22 anos no ar, devido a pressões do governo.
- A decisão foi anunciada na quarta-feira e ocorreu após comentários polêmicos do apresentador sobre a morte do comentarista conservador Charlie Kirk.
- Mais de 400 artistas, incluindo Selena Gomez e Meryl Streep, assinaram uma carta da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) em apoio a Kimmel, denunciando a censura.
- O presidente da ACLU, Anthony D. Romero, afirmou que a liberdade de expressão está sob ataque e comparou a situação atual à era de McCarthy.
- Protestos ocorreram em frente à sede da Disney, proprietária da ABC, e houve aumento no cancelamento de assinaturas do Disney+.
O programa Jimmy Kimmel Live! foi suspenso pela ABC após 22 anos no ar, gerando uma onda de protestos entre artistas e o público. A decisão, anunciada na última quarta-feira, foi motivada por pressões do governo, especialmente após comentários polêmicos do apresentador sobre a morte do comentarista conservador Charlie Kirk.
Mais de 400 artistas, incluindo Selena Gomez, Meryl Streep e Ben Stiller, assinaram uma carta da ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) em apoio a Kimmel. O documento denuncia a censura e compara a situação atual a uma caça às bruxas, afirmando que a liberdade de expressão está sob ataque. A carta critica a pressão governamental sobre artistas e jornalistas, destacando que isso representa um momento sombrio para a democracia.
O presidente da ACLU, Anthony D. Romero, enfatiza que a liberdade de expressão deve ser defendida e que as ameaças do governo a criadores são inaceitáveis. Ele ressalta que a censura atual evoca lembranças da era de McCarthy, quando a liberdade de expressão foi severamente restringida. A carta conclama todos a se unirem na luta pela preservação dos direitos garantidos pela Constituição.
Reações de Artistas
Artistas de diversas áreas, como Lin-Manuel Miranda e Cyndi Lauper, também se manifestaram. A indignação se espalhou, com figuras públicas, como Hillary Clinton, afirmando que nunca considerariam pedir a demissão de um artista, mesmo diante de críticas.
A situação gerou protestos em frente à sede da Disney, que é proprietária da ABC, e levou a um aumento no cancelamento de assinaturas do Disney+. A suspensão do programa de Kimmel continua a provocar debates sobre os limites da crítica em um ambiente político polarizado.
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