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Hayley Williams confirma que Morgan Wallen é o cantor racista de sua música

Hayley Williams afirma que sua letra "Ego Death at a Bachelorette Party" critica Morgan Wallen, abordando questões raciais em seu novo álbum.

Hayley Williams; Morgan Wallen Theo Wargo/Getty Images for Tribeca Festival; Will Heath/NBC via Getty Images
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  • Hayley Williams, vocalista da banda Paramore, confirmou em entrevista que sua música “Ego Death at a Bachelorette Party” menciona diretamente Morgan Wallen, chamando-o de “cantor country racista”.
  • A declaração foi feita durante um episódio do podcast do The New York Times, onde Williams criticou Wallen, que foi filmado usando linguagem racista em 2021.
  • Williams afirmou que, ao escrever a letra, teve Wallen em mente e destacou a importância de abordar questões raciais em sua música.
  • Em seu novo álbum, a artista também faz referências históricas, mencionando “Strange Fruit”, de Billie Holiday, e a história de uma área em Franklin, Tennessee, comprada por um homem anteriormente escravizado.
  • Williams ressaltou que sua música conecta questões sociais, como racismo, mudanças climáticas e direitos LGBTQIA+, e afirmou que é essencial falar sobre esses temas.

Hayley Williams, vocalista da banda Paramore, confirmou em entrevista que sua música “Ego Death at a Bachelorette Party” menciona diretamente Morgan Wallen, referindo-se a ele como “cantor country racista”. A declaração ocorreu durante um episódio do podcast do *The New York Times*, onde a artista não hesitou em criticar Wallen, que em 2021 foi filmado usando linguagem racista.

Williams afirmou que, ao escrever a letra, teve Wallen em mente, declarando: “Não me importo, sempre falo sobre Morgan Wallen”. Em sua nova faixa, ela canta: “Serei a maior estrela no bar desse cantor country racista”. A artista enfatizou a importância de abordar questões raciais em sua música, afirmando que está sempre pronta para discutir esses temas.

Temas Históricos em Nova Música

Além das críticas a Wallen, Williams também comentou sobre referências históricas em seu novo álbum. Na canção “True Believer”, ela menciona “Strange Fruit”, de Billie Holiday, e discute a história de uma área em Franklin, Tennessee, comprada por um homem anteriormente escravizado. “É importante passar essa história adiante”, disse Williams, mostrando seu orgulho em abordar a história de sua cidade.

A vocalista destacou que sua música é uma forma de conectar questões sociais, afirmando que temas como racismo, mudanças climáticas e direitos LGBTQIA+ estão interligados. “Quando você é apaixonado por algo, deve falar sobre isso”, concluiu. A nova abordagem de Williams em suas letras reflete um compromisso com a conscientização social e a luta contra o racismo na indústria da música.

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