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Alejandra Gala Bridges quer ouvir a música

Alejandra Gala lançará o álbum de estreia Bajó del árbol un tambor no verão de 2026 pela La Reserve Records, com No-Plan e Candombe Meets Bostonia e tese em Berklee

Alejandra Gala Bridges Wants To Hear The Music
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  • Alejandra Gala lançará seu álbum de estreia Bajó del árbol un tambor no verão de 2026 pela La Reserve Records.
  • A artista migrou para a música após atuar como acrobata de circo e já é reconhecida como guitarrista, trompetista e compositora, conectando o Uruguai ao cenário musical global a partir de Boston.
  • Sua formação ocorreu em Havana e Buenos Aires; destacou-se no Berklee College of Music, sendo a primeira uruguaia aceita no Global Jazz Institute, e colaborou com John Patitucci e Danilo Pérez; integrou o Instituto de Jazz e Justiça de Gênero.
  • Atualmente lidera o quarteto Mestizas, com irmã gêmea Patricia Ligia, a pianista cubana Estefanía Núñez Villamandos e a flautista Paloma Cosano, mesclando flamenco, jazz latino, candombe e composição.
  • Além disso, sua produção solo inclui No-Plan e Candombe Meets Bostonia; a tese no Berklee, intitulada “Tradição e Gênero: Uma História Sobre Símbolos, Mulheres e Ritmo”, sustenta o próximo álbum.

Alejandra Gala, ex-nadadora sincronizada do Uruguai, está prestes a lançar seu álbum de estreia, Bajó del árbol un tambor, previsto para o verão de 2026 pela La Reserve Records. Gala, que migrou para a música após atuar como acrobata de circo, já é reconhecida como guitarrista, trompetista e compositora, conectando sua cultura uruguaia ao cenário musical global a partir de Boston.

A artista, que teve sua formação musical em Havana e Buenos Aires, se destacou no Berklee College of Music, onde se tornou a primeira uruguaia a ser aceita no Global Jazz Institute. Durante sua trajetória, colaborou com renomados músicos como John Patitucci e Danilo Pérez, além de integrar o Instituto de Jazz e Justiça de Gênero, onde explora temas de tradição, identidade e gênero na música.

Projetos em Andamento

Atualmente, Alejandra lidera o quarteto Mestizas, que inclui sua irmã gêmea Patricia Ligia, a pianista cubana Estefanía Núñez Villamandos e a flautista espanhola Paloma Cosano. O grupo combina flamenco, jazz latino, candombe e composição. Além disso, sua produção solo, GALA, inclui projetos como No-Plan, que promove a introspecção através da improvisação, e Candombe Meets Bostonia, que mescla canções tradicionais de candombe com jazz.

A pesquisa que fundamenta seu próximo álbum faz parte de sua tese no Berklee, intitulada “Tradição e Gênero: Uma História Sobre Símbolos, Mulheres e Ritmo”. Com essas iniciativas, Alejandra Gala se posiciona como uma importante ponte cultural entre o Uruguai e o mundo da música contemporânea.

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