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Jack DeJohnette, baterista de Miles Davis do álbum Bitches Brew morre aos 83

Jack DeJohnette morre aos 83 anos, de insuficiência cardíaca congestiva; assistente confirma à Rolling Stone, destacando NEA Jazz Master e legado duradouro

Jack DeJohnette
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  • Jack DeJohnette, renomado baterista de jazz, faleceu aos 83 anos devido a insuficiência cardíaca congestiva; a confirmação foi feita pela assistente Joan Clancy, em meio a informações sobre despedida em família.
  • Nascido em Chicago, começou no piano e migrou para a bateria aos 18 anos; destacou-se na cena jazzística, especialmente na fase elétrica de Miles Davis e no álbum Bitches Brew.
  • Colaborou com John Coltrane e Charles Lloyd; substituiu Tony Williams na banda de Davis durante a transição para o jazz-rock, integrou o grupo conhecido como Lost Quintet, famoso por apresentações ao vivo.
  • Também participou do álbum Bill Evans at the Montreux Jazz Festival, que recebeu o Grammy em 1969.
  • É listado pela Rolling Stone entre os 100 maiores bateristas de todos os tempos, deixando um legado relevante para a evolução do jazz.

Jack DeJohnette, renomado baterista de jazz, faleceu aos 83 anos, em decorrência de insuficiência cardíaca congestiva. A confirmação foi feita por sua assistente, Joan Clancy, que destacou que ele estava cercado por familiares e amigos em seus momentos finais.

Nascido em Chicago, DeJohnette começou sua trajetória musical tocando piano antes de se dedicar à bateria aos 18 anos. Ele se destacou na cena jazzística, especialmente por sua participação na fase elétrica de Miles Davis, sendo fundamental em álbuns icônicos como Bitches Brew. Clancy ressaltou que o legado de DeJohnette perdurará por gerações, evidenciando sua importância na música.

Contribuições Musicais

DeJohnette foi um dos principais nomes do jazz, tendo colaborado com grandes artistas como John Coltrane e Charles Lloyd. Sua carreira ganhou destaque ao substituir Tony Williams na banda de Davis, durante um período de transição para o jazz-rock. Ele fez parte do que ficou conhecido como o Lost Quintet, que, apesar de não ter gravado em estúdio, deixou uma marca indelével em apresentações ao vivo.

Além de seus trabalhos com Davis, DeJohnette também participou de gravações marcantes, como o álbum Bill Evans at the Montreux Jazz Festival, que ganhou um Grammy em 1969. Sua abordagem inovadora e técnica refinada o consolidaram como um dos 100 maiores bateristas de todos os tempos, segundo a Rolling Stone.

O músico deixa um legado rico, refletindo sua contribuição para a evolução do jazz. DeJohnette será lembrado não apenas por suas performances excepcionais, mas também pela influência que exerceu sobre gerações de músicos.

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