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Radiohead revela surpresas no setlist da turnê de reunião

Radiohead abre turnê europeia em Madrid com segundo baterista, telões móveis, setlists imprevisíveis, expandindo OK Computer e The Bends

Tom Sheehan*
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  • O Radiohead voltou aos palcos após sete anos com uma turnê europeia que começou em Madrid, em quatro de novembro de dois mil e vinte e cinco, sem novo álbum para promover.
  • Na abertura, o baterista Chris Vatalaro substituiu parte do show a Clive Deamer, e a produção incluiu telas móveis que encobriam parte da visão da banda.
  • A apresentação teve surpresas, com mais faixas de OK Computer e uma homenagem ao The Bends, que completou trinta anos; no primeiro dia foram vinte e cinco temas, e no segundo dia apenas quatorze foram repetidos.
  • O baixo Colin Greenwood disse que a banda adotou uma “atitude de busking”, permitindo que qualquer canção apareça a qualquer momento, o que deixou o show mais imprevisível.
  • A turnê deve seguir pela Europa, com expectativa de shows nos Estados Unidos em dois mil e vinte e seis e a possibilidade de novo material ou mais datas no futuro.

Após um hiato de sete anos, a banda Radiohead voltou aos palcos com uma turnê europeia, que teve início em Madrid no dia 4 de novembro de 2025. Sem um novo álbum para promover, o grupo ensaiou cerca de 70 músicas, o que permitiu uma grande variação em seus setlists. A apresentação foi marcada por uma produção inovadora, com telas móveis que, em certos momentos, obscureciam a visão da banda.

Na abertura, a presença do novo baterista Chris Vatalaro foi notada, substituindo Clive Deamer em algumas partes do show. A performance foi repleta de surpresas, incluindo a execução de faixas clássicas de OK Computer e uma homenagem ao álbum The Bends, que completou 30 anos. No primeiro dia, o grupo tocou 25 músicas, enquanto no segundo show apenas 14 delas foram repetidas, demonstrando uma abordagem mais livre e experimental.

Setlists Variáveis

Os fãs puderam testemunhar uma abordagem única na escolha das músicas. O baixista Colin Greenwood comentou que a banda estava adotando uma “atitude de busking”, permitindo que qualquer canção pudesse ser tocada a qualquer momento. Essa liberdade trouxe uma energia imprevisível aos shows, com a possibilidade de mais surpresas nas próximas apresentações.

A turnê também trouxe à tona canções que não eram tocadas há anos, como (Nice Dream), que não aparecia no setlist desde 2009. Além disso, a banda incluiu várias músicas de Hail to the Thief, relembrando o álbum de 2003 com faixas como 2 + 2 = 5 e Myxomatosis.

Expectativas para o Futuro

Com a turnê se estendendo por várias cidades europeias, muitos fãs se perguntam se haverá uma extensão para os Estados Unidos em 2026. A possibilidade de um novo álbum ou mais datas de shows está em aberto, mantendo a expectativa alta entre os admiradores. O que é certo é que a banda está aproveitando a liberdade criativa proporcionada pela ausência de um novo lançamento, prometendo noites memoráveis e uma experiência única para os fãs.

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